Talibãs proíbem fogos de artifício em festas

As autoridades talibãs do Afeganistão proibiram na terça-feira o uso de fogos de artifício e outros materiais semelhantes em casamentos, festas e celebrações, sob a justificação de que provocam “medo e angústia psicológica” na população.
As autoridades alertaram que haverá sanções para quem não cumprir a medida.
O Ministério para a Promoção da Virtude, Prevenção do Vício e Atendimento de Queixas divulgou, em comunicado, que, a partir de agora, está “completamente proibido” o uso de fogo de artifício ou substâncias que possam gerar medo ou mal-estar entre os cidadãos durante este tipo de eventos.
O organismo instou ainda a população, os proprietários de hotéis e os comerciantes a absterem-se de produzir, importar, vender ou distribuir estes produtos, segundo informou a emissora afegã TOLO news.
As autoridades alertaram que aqueles que violarem a proibição estarão sujeitos a medidas legais, em conformidade com as leis e regulamentos da sharia (lei islâmica) em vigor no Afeganistão.
O ministério é o principal órgão encarregado de supervisionar o cumprimento das normas sociais e religiosas impostas pelos talibãs desde o seu regresso ao poder, em agosto de 2021.
Embora os fundamentalistas não detalhem todos os critérios para a proibição, as Nações Unidas alertaram, em vários relatórios, para o profundo impacto psicológico que o conflito deixou na população afegã, resultando em elevados níveis de ansiedade, stress e outros distúrbios ligados à exposição prolongada à violência da guerra.
A nova medida junta-se a outras restrições impostas pelos talibãs às celebrações desde o início da sua governação, incluindo limitações ao uso de música em casamentos e salões de festas.
As autoridades consideram a música contrária à sua interpretação da lei islâmica, e o Ministério para a Promoção da Virtude, Prevenção do Vício e Atendimento de Queixas tem fiscalizado e punido a sua reprodução em espaços públicos e privados.
[Duarte Lima admite ter estado com Rosalina Ribeiro na noite em que a herdeira milionária desapareceu mas nega ter sido a última pessoa a vê-la com vida. Conta que, depois da reunião que tiveram, no Rio de Janeiro, levou a cliente até Maricá, para um encontro com uma mulher chamada Gisele. É uma versão que não bate certo com as primeiras provas recolhidas pelas autoridades brasileiras. Enquanto Duarte Lima se torna, para a polícia, o principal suspeito do homicídio, perde força a outra linha de investigação. Olímpia Feteira era inimiga assumida da antiga companheira do pai mas garante que nunca desejou a morte dela. E, ao contrário de Duarte Lima, disponibiliza-se para prestar todas as informações necessárias à polícia brasileira. Já pode ouvir o segundo episódio de “As Sombras de Duarte Lima”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]
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