PunchState police: 28 assemblies approve, Tinubu’s assent nextInquirerQuezon vice gov urges youth to emulate Hermano Puli’s patriotism한겨레제주4·3 도쿄서 특별전…“재일동포와 함께 기억하는 자리”The Jerusalem PostJewish midterm contenders Ossoff, Shapiro win respective reelection bidsZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFScreen RantForget Rush Hour 4, Jackie Chan's Sequel To Hit 142-Minute Thriller Confirms His Best New Action FranchiseSouth China Morning PostChinese woman invites late ex-husband’s mother to live with her 12 years after divorceSCMP ChinaChinese scientists discover thickening ground ice in parts of warming TibetColliderNetflix Officially Revives Sylvester Stallone’s Beloved Action Thriller Before the Remakeالنهارشركة روسية للتجارة الإلكترونية تعلن تعرضها لهجوم بمسيّرةMalay MailMalaysians will keep spending, but pricier groceries and loan bills could stingThe Straits TimesAre Singaporeans losing faith in organised religion?
The Daily Newsstand · Free, Always
Wednesday, November 4, 2026

Senado rejeita incluir redução da maioridade penal na PEC da Segurança

Translate

O plenário do Senado rejeitou nesta terça-feira (3) a inclusão da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos na PEC (proposta de emenda à Constituição) da Segurança. O relator da proposta, senador Rogério Carvalho (PT-SE), pediu que as emendas fossem discutidas em outra proposta.

Para isso, foi colocado em votação no plenário um requerimento e transformadas as emendas em PECs anônimas, que serão enviadas à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). O placar foi de 38 votos a favor da tramitação paralela e 36 contra.

A emenda do senador Rogério Marinho (PL-RN) previa a redução de 18 para 14 anos em casos de crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas e terrorismo e 16 para delitos em geral. A do líder do PT, Camilo Santana (CE), era um pouco mais branca: reduzia para 16 anos só em crimes hediondos.

Leia Mais:

Com a aprovação dos requerimentos, a PEC da Segurança será votada com o texto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça, sem mudança de mérito, o que evita que a proposta precise voltar à Câmara dos Deputados.

Agora, para ser aprovada, a PEC precisa de pelo menos 49 dos 81 votos em cada um dos dois turnos. Um calendário especial aprovado pelo plenário em outubro dispensou o intervalo regimental entre as votações. Se aprovada nos dois turnos sem alterações, a proposta vai à promulgação.

Impasse sobre maioridade

A inclusão da redução da maioridade motivou o impasse que levou o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a retirar a PEC da pauta em 15 de outubro. Na ocasião, interlocutores da presidência da Casa relataram que não havia acordo entre o governo e a oposição sobre as emendas.

A oposição defendia incluir a redução da maioridade no texto da PEC. O governo disse apoiar a discussão, mas defendeu que o assunto seja tratado em uma proposta separada para não atrasar a aprovação da segurança pública e a criação do Ministério da Segurança Pública, plano do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O tema dividiu a bancada do PT: uma ala considerou estratégico pautar uma proposta com amplo apoio popular antes das eleições, e outra defendeu a posição histórica do partido, contrária à redução da idade penal.

View the original on CNN Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.