Milton Cunha se retrata após acusar Pabllo Vittar de estrelismo e classificá-la como trans: ‘Erro grosseiro’; vídeo

Comentarista pediu desculpas após atribuir uma fala falsa à cantora e se confundir ao falar sobre a identidade de gênero
Milton Cunha usou as redes sociais nesta terça-feira (20) para se retratar após fazer comentários sobre Pabllo Vittar durante participação no programa De Frente com Blogueirinha, na segunda-feira (19). O carnavalesco reconheceu que cometeu um erro ao atribuir à cantora uma declaração que ela não fez e ao classificá-la como uma pessoa trans, sendo que ela é uma drag queen.
“Ontem, fazendo o programa da Blogueirinha, a quem agradeço pelo convite, no meio daquela confusão, gritaria, aplausos e brincadeiras, cometi um erro grosseiro com a estrela da música brasileira e internacional, Pabllo Vittar", começou.
"Pabllo, querida, você e todos os seus seguidores se sentiram superofendidos, com razão. Desculpa pela minha confusão e pelo meu erro”, declarou.
Milton Cunha se retrata após fala sobre Pabllo Vittar
“Eu atribuo a Pabllo, primeiro, uma fala que ela não disse. Passaram sete anos e eu ontem soltei, me ferrei, não era verdade. E atribuo a ela a ideia de ser trans. Não é. A denominação trans não cabe pra Pabllo. Erro grosseiro, tô batendo cabeça. Me perdoem, me desculpem”, declarou.
"E atribuo a ela a ideia de ser trans, né? Não é, não é. A denominação trans não cabe pra Pabllo. Erro grosseiro, to batendo cabeca. Me perdoem, me desculpem", completou.
Milton também falou sobre o preconceito enfrentado pela comunidade LGBTQIAPN+ e ressaltou a importância de reconhecer os próprios erros. “A gente é uma comunidade muito visada, muito perseguida. O preconceito é terrível e as taxas de mortalidade no Brasil da nossa comunidade são alarmantes”, afirmou.
Ao finalizar o pronunciamento, Milton reforçou que pretende aprender com a situação e pediu desculpas novamente à artista. “O erro não deve nos impedir de seguir, né? Ele não nos estaciona. A gente vai pedindo desculpas e avançando na construção de um mundo melhor, de um futuro de sociedade mais justa na diferença”, concluiu.
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