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Sunday, September 13, 2026

"A hora do Chico" vence prémio Motelx para melhor curta

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O filme A hora do Chico, de João Severo e Rafael Sá Carneiro, venceu esta noite o Prémio Motelx, melhor curta de terror portuguesa, no final da 20.ª edição do festival de filmes de terror.

O Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa, Motelx, decorreu em Lisboa desde dia 3 e termina no domingo. Os prémios foram anunciados na noite de sábado.

O Prémio Motelx para a melhor curta de terror portuguesa 2026 foi a maior distinção monetária para curtas-metragens nacionais, cinco mil euros.

A hora do Chico, sobre o dilema de um apresentador de televisão nos anos 1970, instado a matar um colega de profissão, competiu num grupo de dez filmes.

No anúncio dos prémios, com o filme Consumido, sem diálogos, a receber uma menção honrosa, destaque para o Prémio Méliès d’argent de melhor curta europeia, atribuído a Mancave, do realizador norueguês Fredrik S. Hana, que venceu numa lista de 19 filmes em competição.

Com o Prémio Méliès d’argent de melhor longa-metragem europeia foi distinguido No Rest for the Wicked, do dinamarquês Kasper Kalle.

Ainda na lista de galardões, o Prémio Motelx de melhor guião de terror português foi atribuído a Miguel Monteiro Rico com Hóspede, e uma menção honrosa foi para A Ostra, de Pedro Garrido.

Lexi, filme de produção espanhola realizado pelo português Bruno Simões, foi o vencedor do Prémio Lobo Mau, cujo júri é composto por três jovens da Associação Passa Sabi, uma associação de raiz comunitária fundada pelos moradores do Bairro do Rego, em Lisboa, em 2014. Bruno Simões ganhou na secção dedicada ao público mais jovem e às famílias.

E o Prémio do Público ficou nas mãos de Gunman, com realização e argumento do cineasta argentino Cris Tapia Marchiori.

A edição deste ano de Motelx assinalou os 20 anos da iniciativa e foi a maior de sempre, decorrendo durante 11 dias no Cinema São Jorge e na Cinemateca Portuguesa.

A próxima edição ficou já marcada para 7 a 13 de setembro de 2027.

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