Flávio Bolsonaro: 'O maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula'
O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, afirmou que pretende cortar pelo menos dez ministérios caso seja eleito. Durante entrevista à TV Globo, o senador defendeu a redução dos gastos públicos e criticou a condução da economia pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“A gente tem que combater despesas e gerar receitas novas. Hoje, o atual governo tem 39 ministérios. Vamos cortar pelo menos dez”, afirmou.
Flávio também criticou a gestão das empresas estatais e comparou os resultados registrados durante os governos de Jair Bolsonaro e Lula.
“Só com a corrupção e a má gestão das estatais teremos... Com Jair Bolsonaro, as estatais geraram R$ 18 bilhões de superávit. No governo atual, foi um prejuízo de R$ 36 bilhões”, declarou.
O candidato também questionou o aumento dos gastos com a dívida pública brasileira.
“Foram R$ 1 trilhão a mais que o Brasil está gastando na dívida pública”, disse.
“O maior ajuste fiscal que o Brasil pode fazer é tirar o Lula”, afirmou Flávio Bolsonaro.
O senador também acusou seu adversário de disseminar informações falsas durante a campanha eleitoral.
“Têm circulado muitas fake news. Meu concorrente está promovendo verdadeiro terrorismo”, declarou.
As falas ocorreram durante entrevista do candidato do PL à Presidência concedida à TV Globo. Na quinta-feira, 15, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o entrevistado.
Ajuste fiscal: crescimento de 4% ao ano, corte de gastos e salário mínimo
O plano de governo de Flávio Bolsonaro propõe uma agenda de redução do tamanho do Estado e revisão das regras fiscais. Entre os objetivos econômicos está a meta de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 4% ao ano durante a próxima década, além da mobilização de R$ 900 bilhões em investimentos em infraestrutura ao longo de quatro anos.
Na área fiscal, o candidato defende reduzir despesas administrativas, cortar pelo menos dez ministérios, combater supersalários no serviço público e promover uma reforma administrativa. O plano também prevê mudanças nas regras fiscais, busca por superávits primários e medidas para conter o endividamento público.
A campanha tem associado o ajuste fiscal a uma revisão de gastos e à redução da burocracia. Entre as ">propostas estão a revisão de imóveis públicos, a securitização de ativos e o combate a privilégios.
A dimensão do corte de gastos, no entanto, precisa ser apresentada com cuidado: o material disponível menciona diferentes valores em discussões sobre o ajuste, enquanto o plano também estabelece metas sem detalhar uma trajetória anual para a dívida pública ou um objetivo numérico de superávit primário.
O salário mínimo é outro ponto de comparação entre os candidatos. A discussão envolve a política de valorização do piso nacional e os efeitos sobre a renda dos trabalhadores, as despesas previdenciárias e as contas públicas.
KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.