ESPN DeportesCR7 pide suspender a fans por burlas a Diogo JotaRTP DesportoEuroVolley 2026. Portugal soma quarta derrota consecutiva frente à UcrâniaESPN'I'm willing to do whatever it takes': Inside the 274 days that rebuilt Patrick MahomesThe Jerusalem PostUS President Donald Trump shares his music taste with reporters in odd exchange on Air Force OnePunchNASEMA distributes relief materials to disaster, banditry victimsInquirerSenate approves on 3rd reading 5-year term of barangay, SK officials3DNewsИлон Маск помирился с Apple — но X Corp и SpaceXAI продолжат судиться с OpenAIBusiness AMDenemarken en VS streven naar diplomatieke oplossing voor geschil over GroenlandRapplerLIVE UPDATES: First BARMM parliamentary electionsAntara NewsChinese hiker injured on Indonesia's Mount Rinjani, SAR team deployedBillboardMacklemore Dropped From Ed Sheeran Tour Over His ‘Free Palestine’ CommentsCNN بالعربية"لكن أنا الذي أستحقها".. لامين يامال يسمّى منافسه الوحيد في سباق الكرة الذهبية 2026
The Daily Newsstand · Free, Always
Monday, September 14, 2026

Ações ligadas à IA derrapam nas bolsas mundiais

Translate

As ações ligadas à Inteligência Artificial (IA) estão a registar fortes quedas nas principais bolsas mundiais nesta segunda-feira, num movimento de aversão ao risco desencadeado por alertas de dirigentes das principais empresas do setor sobre os perigos de um desenvolvimento demasiado rápido desta tecnologia.

O impacto já é visível no chamado “pré-mercado” de Wall Street. A bolsa nova-iorquina só abre às 14h30 (hora de Lisboa) mas os contratos futuros do índice Nasdaq 100 já estão a ser negociados pelos investidores com uma desvalorização de 1,6%, o que sinaliza que deverá haver uma abertura fortemente negativa para as ações de tecnologia. Os futuros do índice (mais abrangente) S&P 500 apontavam para uma queda próxima de 0,8%.

Entre os principais nomes sob pressão está a Nvidia, uma das empresas que mais beneficiaram do boom da IA. As ações da fabricante de chips recuavam cerca de 3% no pré-mercado, ao passo que também estão a derrapar outras empresas ligadas à produção de semicondutores e à infraestrutura necessária para alimentar os modelos de inteligência artificial. É o caso da Micron, que caía cerca de 5%, e da a Intel, que recuava mais de 6%.

A onda negativa nas bolsas, neste setor em particular, já começou nos mercados asiáticos. Na Coreia do Sul, o índice Kospi chegou a cair mais de 3%, pressionado principalmente pelas fabricantes de memória SK Hynix e Samsung Electronics. A SK Hynix recuou cerca de 5%, enquanto a Samsung perdeu aproximadamente 3%.

Já no Japão, os títulos do SoftBank estavam a perder cerca de 10%. O grupo é um dos principais investidores da OpenAI e tornou-se um dos grandes veículos de exposição dos investidores ao crescimento da inteligência artificial. As ações chegaram a cair 13,2% durante a sessão. A fabricante de memórias Kioxia também sofreu uma forte queda, próxima de 10%, enquanto a Tokyo Electron recuou cerca de 3,7%.

Na Europa, o setor tecnológico era um dos principais responsáveis pela queda das bolsas. O índice europeu Stoxx 600 recuava cerca de 0,3%, enquanto o setor de tecnologia perdia aproximadamente 2%. Entre os maiores prejudicados estavam empresas de semicondutores e equipamentos para fabricação de chips. A Soitec, a Infineon, a ASML e a ASMI registavam perdas entre 5,2% e 12,6%.

O movimento negativo ganhou força depois de Dario Amodei, presidente-executivo da Anthropic, defender durante o fim de semana uma desaceleração no desenvolvimento dos modelos de inteligência artificial mais avançados.

Amodei alertou para a possibilidade de sistemas cada vez mais autónomos provocarem danos económicos significativos e defendeu maior cautela no desenvolvimento da tecnologia. A tomada de posição recebeu apoio de Sam Altman, presidente-executivo da OpenAI, e de Elon Musk, responsável pela xAI.

CEO da OpenAI alerta para dois caminhos que podem fazer a IA correr “muito mal” com resultados “distópicos”

Altman afirmou, ainda, que a OpenAI não deverá avançar com uma oferta pública inicial de ações neste ano, adiando o plano de entrada em bolsa para 2027, segundo as notícias do fim de semana. Para os investidores, todas estas declarações chegam num momento particularmente sensível: as cotações que hoje têm muitas empresas de IA pressupõem um crescimento acelerado da procura por chips, centros de dados e serviços de computação, pelo que um possível abrandamento da tecnologia pode implicar um reajuste desses pressupostos.

View the original on Observador Desporto

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.