ESPNAfter another playoff disappointment, what's next for Fever?ESPN DeportesGignac vs Cardozo, ¿qué lugar ocupan entre extranjeros?The Jerusalem PostUnited grounds pilot who praised October 7 massacre after reports of reinstatement - reportInquirerIlocos Sur’s 9th most wanted person fallsZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFUOLJustiça Federal suspende liminar que adiava derrubada de bet até fim das eleiçõesSouth China Morning PostTrump slams Norway and Nobel committee after missing out on Peace Prize中国新闻网两部门联合发布依法惩治文物犯罪典型案例The Sydney Morning HeraldAlbanese dips toe back into comedy after ‘melon’ podcast gaffeSözcüSosyal medyaya yeni düzenleme! Resmî Gazete'de yayımlandıNew Straits TimesBrazil police rescue 13 children held hostage, assailant deadConsequenceGeordie Greep Denies Rape Allegation During Vancouver Concert [Updated]
The Daily Newsstand · Free, Always
Saturday, October 10, 2026

Prédio da Funai é alvo de ataque com explosivos no interior do Paraná

Translate
Prédio da Funai é alvo de ataque com explosivos no interior do Paraná

Autor Prédio foi atacado e teve seus vidros quebrados - Foto: Divulgação/MPI

A sede da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) em São Jerônimo da Serra, no Norte Pioneiro do Paraná, foi alvo de um ataque com artefatos explosivos na quinta-feira (8). Segundo o Ministério dos Povos Indígenas (MPI), as explosões danificaram a entrada do prédio, que abriga a Unidade Técnica Local (UTL), e estilhaçaram as janelas de vidro. Apesar dos danos materiais à estrutura, não havia expediente no momento da ação e ninguém ficou ferido.

LEIA MAIS: VÍDEO: Motociclista é arremessado após batida no centro de Apucarana (PR)

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após a ocorrência, a Funai registrou um boletim de ocorrência para formalizar o crime. A Polícia Federal (PF) e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foram imediatamente acionadas para conduzir as investigações, com o objetivo de identificar os autores e esclarecer as motivações do ataque. Em nota oficial, o MPI repudiou o atentado e informou que acompanha de perto os desdobramentos em parceria com as forças de segurança. A pasta enfatizou que o Estado brasileiro não cederá a tentativas de coação ou violência e continuará firme no cumprimento de seu dever constitucional de proteger os direitos dos povos indígenas.

O crime acontece em um cenário de profunda tensão histórica na região, marcada por disputas fundiárias. O município abriga aproximadamente 670 indígenas das etnias Guarani Ñandeva, Kaingang e Xetá. O Conselho Missionário Indigenista (Cimi) aponta que, desde o início do ano, 42 famílias do povo Xetá promovem a reocupação da Terra Indígena Herarekã Xetá. A área, que pertence a um morador de Curitiba, está em processo de reivindicação de demarcação desde 1999 e tem sido cenário frequente de incêndios criminosos, segundo a entidade.

View the original on UOL →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.