ESPNFollow live: Brewers extend lead on Chourio's RBI single, look to close out Game 1ESPN DeportesEN VIVO: Brewers ataca en 7ma y se aleja a dosZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudioCollider'The Social Network's Long-Awaited Follow-Up Officially Removed From Almost 2,000 TheatersUOLLula defende fim das bets; Flávio promete transformar Caixa em 'Banco da Prosperidade'New Straits TimesBayern Munich coach Kompany in hospital after collapsingThe Sydney Morning HeraldCox Plate 2026Screen RantNathan For You: What About The Show Is Actually Real (& 9 Other Questions, Answered)Daily MailFive men to face trial next year after HEARSE driven onto football pitch in stunt 'linked to organised crime'매일경제“이 게임 모르면 외계인”…‘슈퍼마리오’ 아버지, 日훈장까지 받았다The Jerusalem PostPrehistoric hunter-gatherers stayed connected across 200 kilometers, Israeli study findsWirtualna PolskaHuragan Vance na Pacyfiku. Sytuacja staje się groźna
The Daily Newsstand · Free, Always
Saturday, October 24, 2026

Lula defende políticas sociais, e Flávio Bolsonaro diz que petista tira com '9 dedos' dinheiro da população

Translate

No primeiro bloco do debate da Globo nesta sexta-feira (23), Lula (PT) defendeu as políticas sociais de seu governo, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) acusou o petista de tirar dinheiro da população e usou a expressão "9 dedos" para atacá-lo.

Os dois buscaram atrair eleitores indecisos, com o senador moderando o discurso e o presidente apostando no legado de sua gestão.

No primeiro bloco, Flávio começou perguntando a Lula sobre obras não entregues, dentro da temática infraestrutura e exportação. O petista abriu sua resposta agradecendo aos telespectadores e a Deus –detalhe que havia deixado de lado no debate na Band. Ele rebateu a pergunta do adversário acusando o governo do pai do senador, Jair Bolsonaro, de deixar obras inacabadas.

Flávio, que havia sido criticado por não responder às perguntas no debate da Band, usou seu tempo de tréplica para apresentar propostas de ampliação de infraestrutura. A falta de propostas também havia sido criticada no debate anterior. Ele enfatizou a ampliação de rede de internet, sem dar detalhes sobre a implementação dessa expansão.

Lula insiste na estratégia de sua campanha de falar dos feitos de seu governo –inclusive os controversos, caso da BR-119, rodovia que corta a floresta amazônica de Manaus a Porto Velho e que foi criticada por entidades ambientalistas.

O primeiro bloco vinha com a proposta de abordar regiões específicas –a começar pelo Sudeste. Lula passou longe e questionou o adversário se ele saberia quanto seria o salário mínimo se não fosse pelos governos do PT. Usou o resto do tempo para questionar Flávio sobre a tarifa zero nos ônibus aos finais de semana, proposta com a qual o bolsonarista disse concordar. Sem explorar o tema, ele partiu para críticas sobre taxa de juros e custo de vida, puxadas pelo endividamento, e disse que Lula tira dinheiro da população com "9 dedos".

Flávio cutucou o adversário, acusando Lula de associar o agro do Centro-Oeste ao fascismo. "Por que você trata o agro de forma tão má?", indagou o bolsonarista. Lula convidou a audiência a pesquisar sobre suas medidas para o setor e disse que não se preocupou com as tarifas de Trump.

A comitiva do senador inclui governadores eleitos Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) e Sergio Moro (PL-PR) e aliados como o senador eleito Guilherme Derrite (PP-SP). Marcou presença o irmão Carlos Bolsonaro, ex-vereador do Rio de Janeiro.

Entre os convidados de Lula estavam o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), o ministro Guilherme Boulos (PSOL), os ex-ministros Carlos Lupi (PDT) e Rui Costa (PT) e a deputada federal Jandira Feghali (PC do B). Junto a eles estava Cristiane Gomes da Silva, mãe de Ana Clara, menina morta a tiros aos 5 anos em uma ação policial em Niterói (RJ). Flávio advogou de graça pelo policial militar suspeito de matá-la.

No primeiro confronto direto entre os candidatos, no debate da Band, no último domingo (18), a presença de aliados de Flávio desconcertou Lula. Na plateia estavam Moro e Deltan Dallagnol (Novo-PR), envolvidos na prisão do petista. Uma provocação da primeira-dama Janja causou confusão no bloco final do debate.

No primeiro turno, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) largou na frente, com 47,03% dos votos, ante 45,16% do petista.

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22) mostra o senador e o atual presidente empatados tecnicamente na margem de erro, com 50% dos votos válidos cada um no segundo turno da disputa.

A campanha petista no segundo turno tem sido marcada pelo engajamento digital, comandado por André Janones (Rede-MG). O canal de transmissão do WhatsApp "Exército do Lula" ultrapassou os 10 milhões de inscritos nesta sexta-feira. A instrução para os eleitores de Lula é tentar convencer os indecisos e "virar votos".

A tônica da campanha do senador, por outro lado, tem sido não errar, costurar apoios e tentar capitalizar a vantagem obtida no primeiro turno.

O embate da TV Globo nesta sexta-feira (23) é o último antes do segundo turno e o segundo em que Lula e Flávio se enfrentam. O petista e o bolsonarista haviam se encontrado para debater pela primeira vez no último domingo (18), no debate da Band.

O evento foi marcado por posturas consideradas agressivas por parte de Flávio –como aparecer ao fundo durante as falas de Lula e o desvio das perguntas sobre propostas. Lula caiu em provocações do oponente, que focou suas alfinetadas no filho do presidente e na relação com a lobista Roberta Luchsinger.

O debate entre Lula e Flávio desta sexta também ocorre após o cancelamento do confronto que seria promovido pela TV Globo no primeiro turno após série de decisões judiciais que interferiram nos participantes e mudaram a dinâmica do encontro.

View the original on UOL →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.