The Jerusalem PostIDF destroys dozens of monuments honoring terrorists during West Bank counterterror operationsESPN DeportesAtlas toma ventaja ante Necaxa y se acerca a la zona altaESPNESPN secures 'handshake agreement' to broadcast 24-team CFP, sources sayCNN TürkSahibi olduğu otelde ölü bulunduInquirerTaal Volcano logs 22 quakes as seismic activity continuesInquirer EntertainmentDennis Trillo’s MMFF movie ties up with Columbia Pictures for global distributionCollider‘Fire Country’s Newest Star Teases What’s Next for CJ in Season 5South China Morning PostChinese man celebrates wedding to one woman, baby with ex-lover at same venue on same dayUOLGoverno Trump diz apoiar eleições livres no Brasil e defende medidas contra Moraes, PCC e CVMalay MailJBPM officer Mohd Sani, missing after Nepal floods, among 121 honoured at KPKT appreciation night (VIDEO)ZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudioNew Straits TimesPolice hunt culprits behind suspected MRT cable theft in Damansara
The Daily Newsstand · Free, Always
Saturday, October 17, 2026

MP pede prisão preventiva de vice-presidente do Corinthians após demissão de testemunha

Translate

O MP-SP (Ministério Público de São Paulo) pediu à Justiça que avalie a prisão preventiva de Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, réu em processo que apura suspeita de apropriação indébita de materiais esportivos fornecidos pela Nike ao clube

O pedido ocorre após a demissão de Marcelo Munhoes, uma testemunha-chave da acusação e vítima de suposta coação no curso do processo. A informação foi divulgada pelo ge.com e confirmada pela Folha.

Em petição apresentada nesta sexta-feira (16), o promotor Cássio Roberto Conserino afirma que o desligamento de Munhoes, então diretor de tecnologia da informação do clube, ocorreu às vésperas de uma audiência marcada para 10 de novembro e pode representar uma tentativa de intimidar testemunhas e interferir na produção de provas.

Em nota, a defesa de Mendonça disse que recebeu a notícia com "espanto" e "surpresa". E disse que o teor do pedido "trata-se de manifestação notoriamente abusiva, por desconsiderar que a dispensa representa evento próprio ao ambiente político do Sport Club Corinthians Paulista".

Ainda segundo o despacho de Conserino, Munhoes relatou ao MP que teve seus acessos aos sistemas e e-mails corporativos bloqueados e que o presidente do Corinthians, Osmar Stábile, atribuiu sua demissão a "questões políticas" e "pressões que recebia".

O promotor relaciona o episódio ao apoio público de Stábile ao réu Armando e às críticas feitas pelo presidente à atuação do Ministério Público. Para Conserino, a combinação dos fatos levanta suspeitas de interferência na instrução criminal e pode intimidar outras testemunhas ligadas ao almoxarifado do clube.

Além da prisão preventiva, o MP pede, alternativamente, a aplicação de outras medidas cautelares para proteger as testemunhas e a produção de provas. Também informa que abrirá uma nova investigação para apurar as circunstâncias da demissão e eventual participação do réu, de Stábile ou de terceiros em atos destinados a interferir no processo.

Veja a nota da defesa de Armando Mendonça:

A defesa recebeu com espanto e surpresa a notícia de que o Ministério Público, na pessoa do Promotor de Justiça Cássio Roberto Conserino, valeu-se da instrumentalização de episódio interno de dispensa de integrante do corpo diretivo do Sport Club Corinthians Paulista, como argumento para obtenção de medidas cautelares outrora denegadas pela Justiça.

Trata-se de manifestação notoriamente abusiva, por desconsiderar que a dispensa representa evento próprio ao ambiente político do Sport Club Corinthians Paulista, mormente se considerada a existência de informações de que o diretor dispensado se habilitou como candidato em chapa pertencente à oposição, para fins de disputa de cargo na futura eleição do Clube.

A manifestação também se apresenta ilegal por se valer de suposições desvalidas de prova sobre uma pretensa interferência de Armando Mendonça na dispensa do ex-diretor, ignorando a acusação que a nomeação e dispensa de membros do corpo diretivo é prerrogativa da Presidência do Clube.

Afora o claro descabimento dos pedidos apresentados pela acusação, serve a petição ministerial como reforço da suspeição do Promotor de Justiça Cássio Roberto Conserino diante de sua inequívoca proximidade e contaminação com as questões políticas do Clube, em especial pela participação em debates de derrubada do modelo associativo.

O reforço da suspeição se dá pela confissão, apresentada na petição ministerial, de que o Promotor de Justiça mantém canal direto de comunicação com Marcelo Munhões, que lhe enviou mensagem com manifestação de descontentamento sobre o desligamento.

Como reforço do despropósito e gravidade da conduta da acusação, anote-se que o nome de Armando Mendonça como suposto responsável pela dispensa não é mencionado, sequer, no e-mail encaminhado por Marcelo Munhões ao Promotor Cássio Conserino.

Resguardado o respeito ao Ministério Público como Instituição, é necessário pontuar que causou assombro o conhecimento da apresentação de um pedido de prisão absolutamente descabido, logo após a confirmação, pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, de data para o julgamento do Habeas Corpus em que se discute o trancamento da ação por conta das ilegalidades praticadas.

Sem prejuízo da manifestação formal no processo e comunicação do fato aos órgãos correcionais do Ministério Público, a defesa de Armando Mendonça manifesta plena e integral confiança na Justiça, como órgão de combate aos abusos e proteção às garantias individuais.

View the original on UOL →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.