1h. Benfica vence o Gil Vicente por 3-1
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As notícias com Teresa Freire.
Boa noite. Começamos pelo futebol. Esta noite o Sporting empatou na casa do Famalicão, enquanto o Benfica venceu o Gil Vicente. No jogo do Sporting, gols apenas na segunda parte. Luiz Suárez marcou pelos Leões aos 81 minutos. O Famalicão empatou em casa graças ao sportinguista Gonçalo Inácio, que fez um autogolo. No fim da partida, o treinador dos Leões, Rui Borges, diz que a equipa controlou praticamente todo o jogo e acabou por sofrer gol no único momento onde não teve a intensidade necessária.
Estivemos sempre ligados até os 89, 90 minutos de jogo. Foi o único momento onde não fomos ou não tivemos essa intensidade e essa energia defensiva e somos penalizados. Acabamos por depois ter alguma sorte com o Inácio a tentar fazer o corte, acaba por desviar a bola pra baliza, mas isto é o jogo e temos que crescer nesse sentido.
Rui Borges, no final do jogo da sexta jornada do campeonato. Do lado do Famalicão, Carlos Carvalhal destaca a reação da equipa ao gol sofrido, admite alguma sorte no lance, mas ressalva que os jogadores lutaram muito para deixar um ponto em casa.
A equipa foi abnegada, foi concentrada, foi muito determinada e depois tem uma reação absolutamente fantástica. Esta equipa já na Amadora foi assim também, uma reação fantástica. Os jogadores que entram, entram pra acrescentar e acabamos por ter alguma felicidade, sem dúvida, na parte final, devido ao resultado, mas nós temos que dizer, os meus jogadores correram muito e lutaram muito para conseguir este ponto.
Análise do treinador do Famalicão, Carlos Carvalhal, depois do empate a um a bola frente ao Sporting. Já o Benfica venceu o Gil Vicente por 3x1, com dois gols já bem perto do minuto 90. O Gil Vicente inaugurou o marcador aos sete minutos com gol de Hernández, mas as Águias recuperaram com um bis de Pavlidis e um gol de Prestianni mesmo no fim do jogo. Na flash interview, o treinador benfiquista Marco Silva diz que a equipa entrou bem, mas foi permitindo que os adversários crescessem na partida. Ainda assim, o técnico diz que o jogo foi todo do Benfica.
Nós entramos bem no jogo novamente, tivemos os dois, três primeiros momentos bons de chegada sobre o corredor direito. Recuperamos bem a bola no momento de boa intensidade de recuperação, acabamos por entregar mal. É o pior que pode acontecer numa equipa, quando ganhas, depois de trabalhares forte pra ganhar, ganhas e entregas mal a bola. Foi o que nos aconteceu. E no momento, depois, da defesa da área, não fizemos tão bem. Um momento também há que realçar de qualidade no último passe e o movimento do jogador do Gil. Mas o jogo depois foi todo nosso, como tinha que ser. Mesmo ao intervalo, já podíamos estar a vencer pelas oportunidades que criamos. Com o nosso acreditar também que os adversários vão puxar, foi muito importante e acabamos por ganhar o jogo de uma forma justa, mas bastante difícil.
Marco Silva, o técnico do Benfica. Do outro lado, o técnico do Gil Vicente, Luís Pinto, mostra-se orgulhoso da exibição da equipa.
Tínhamos de ser muito coletivos e fomos. Infelizmente, já perto do final, o gol do Benfica surge de pênalti e acaba por ser uma situação em que já é um pra um e o jogador do Benfica acabou por ser frio e ter a qualidade pra fazer o gol. E foi isso que definiu. Depois, logo na jogada seguinte, podemos fazer o dois, dois. Partimos o jogo, porque sinceramente, perder 2x1 ou perder 3x1 ou 4x1 é a mesma coisa. Não era a mesma coisa se conseguíssemos ficar com pontos, mas estamos orgulhosos da nossa exibição e satisfeitos com o resultado.
Declarações de Luís Pinto, o treinador do Gil Vicente, depois do jogo na casa das Águias. Mudamos pra política nacional. O porta-voz do PSD espera que o líder parlamentar do PS peça desculpa ao ministro da Educação. Este domingo ficou marcado por uma troca de ataques entre socialistas e sociais-democratas. Em causa, as declarações de Eurico Brilhante Dias, que esta manhã afirmou que Fernando Alexandre é candidato a ser o pior ministro da Educação desde o 25 de abril. Eurico Brilhante Dias, esta manhã, na sede do Partido Socialista, em conferência de imprensa. À tarde, o porta-voz do PSD respondeu ao líder da bancada do PS. Em declarações à SIGNotícias, Sebastião Bugalho garante que todos os alunos vão ter acesso a uma vaga e quando isso acontecer, espera que Brilhante Dias peça desculpas.
Parece-me que no caso de hoje, mais uma vez, as previsões e as acusações do doutor Eurico, que é: vai haver alunos em Portugal sem acesso à escola pública e ao ensino obrigatório. Quando isso não acontecer, que é aquilo que eu sei que vai acontecer, isto é, quando os alunos forem colocados na escola, tiverem acesso à sua vaga, à sua turma, estiverem matriculados como devem, pode não ser na escola que tinham como primeira opção, pode ser na que tinham como segunda, não importa, mas quando todos os alunos de ensino obrigatório em Portugal tiverem acesso à escola pública como devem e merecem, eu espero que ele venha pedir desculpa ao ministro a quem ele chama o pior ministro da democracia desde o 25 de abril.
Sebastião Bugalho disse entender o jogo político dos socialistas, acusou o PS de criar um clima de alarme junto dos portugueses só por tática política. Ainda assim, diz que se o PS for coerente, vai deixar o Chega isolado nas propostas que apresentou para descer o IVA dos combustíveis.
Se o PS Cumprir com a sua palavra, com aquilo que foi anunciado hoje mesmo, este domingo, pelo seu líder parlamentar, parece-me que mais uma vez, quando o Chega apresentar essas iniciativas parlamentares, o resultado será o seu isolamento político. Será mais uma iniciativa política parlamentar do Chega que será chumbada, como foi a moção de censura. Parece-me que o partido de André Ventura, percebendo que não vai conseguir derrubar o governo de maneira nenhuma, por causa de nenhum ministro e por causa de nenhum orçamento, entendendo que não conseguirá causar a instabilidade política de que vive, acho que o Chega entrou num período de verve política, porque não tem caminho, não tem saída.
O porta-voz do PSD em entrevista à Sic Notícias. Falamos agora da rentrée política do Livre. A porta-voz Isabel Mendes Lopes acusa o governo de tentar aprovar o pacote laboral às postas no Parlamento. Apesar de ter sido chumbado em julho na Assembleia da República, a co-porta-voz do Livre considera que a ministra do Trabalho não vai desistir de fazer uma reforma na legislação laboral e deixa, por isso, um alerta.
Não nos podemos deixar enganar, porque o pacote laboral foi derrotado pela força das ruas, pela força dos sindicatos e isso mostra como é importante a cooperação, o movimento sindical e que tem de ser ainda mais reforçado. Mas não nos podemos deixar enganar, porque a ministra do Trabalho não vai desistir. Ela já disse que vai querer apresentar o pacote laboral às postas no Parlamento. E isso ainda é mais grave, porque é mais fácil ser passado, é mais fácil a extrema-direita fazer aprovar.
Isabel Mendes Lopes, no discurso de encerramento da rentrée política do Livre. O partido deixou ainda algumas medidas que pretende ver discutidas no Parlamento para o Orçamento de Estado de 2027, como o passe de mobilidade nacional, o reforço do abono de família e ainda a rede pública de lares. Na Suécia, os sociais-democratas venceram as eleições legislativas. O cenário de uma coligação de esquerda é agora o mais provável. As primeiras projeções revelam que o partido de centro-esquerda obteve quase 29% dos votos. A líder do partido já reiterou que está aberta à colaboração com todos os partidos, à exceção dos democratas suecos. Assim, os sociais-democratas, o partido do Centro, os Verdes e o Partido da Esquerda devem avançar para um bloco de partidos à esquerda, de modo a alcançar uma maioria no Parlamento que permita formar governo. No entanto, a manterem-se estes números, a esquerda consegue apenas um deputado a mais do que a direita, 175 contra 174. A Escócia, o País de Gales e a Irlanda do Norte vão assinar uma declaração conjunta em defesa da autodeterminação destes países. Isto porque, pela primeira vez, os três territórios descentralizados do Reino Unido são liderados por partidos favoráveis à independência. Os líderes reúnem-se esta segunda-feira em Cardiff, com a garantia de que a aproximação à Europa vai estar em cima da mesa. Maria Miguel Marques.
Os líderes da Escócia, do País de Gales e da Irlanda do Norte vão assinar uma declaração conjunta centrada em quatro áreas: economia, energia, Europa e relações internacionais e autodeterminação. O objetivo, de acordo com o jornal Telegraph, é aumentar a pressão sobre o governo britânico para que reconheça o direito dos territórios a decidirem o próprio futuro constitucional. E a aproximação à União Europeia está no centro das discussões. A Escócia e o País de Gales defendem uma futura adesão ao bloco comunitário como Estados independentes. Já o partido irlandês Sinn Féin continua a promover a reunificação que permitiria à Irlanda do Norte regressar à União Europeia através da República da Irlanda. Esta cimeira surge poucos dias depois de Donald Trump, durante uma visita a Dublin, ter afirmado que gostaria de ver uma Irlanda unificada, apesar de que o Reino Unido poderia ter algo a dizer sobre isso. Mas o primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, admitiu já a possibilidade de um novo referendo escocês, caso exista um consenso claro a favor dessa opção. Os líderes nacionalistas interpretam estas palavras como um sinal de abertura, mas Burnham deixa claro também que um novo referendo está fora de questão até depois das próximas eleições legislativas.
Maria Miguel Marques, com o memorando que vai ser assinado pela Escócia, pelo País de Gales e pela Irlanda do Norte, a exigirem independência sobre os próprios futuros constitucionais. Isto no momento em que o primeiro-ministro escocês afirma que Andy Burnham pode estar a preparar-se para ficar na história como o último primeiro-ministro do Reino Unido. Ponto final neste jornal da uma da manhã. Informação está de regresso à uma e meia.
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