Santa camisa 1: clube repete roteiro com goleiros nos últimos dois anos

No ano passado, coube ao prata da casa Rokenedy a missão. A aposta do técnico Marcelo Cabo, decidindo colocar o experiente Felipe Alves no banco, deu certo: o jovem atleta terminou decisivo para o acesso na Série D, quando se consagrou especialmente nas disputas de pênaltis do mata-mata.

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Hoje, quem ganha protagonismo embaixo das traves é o experiente Thiago Coelho. Ele, inclusive, desbancou o próprio Rokenedy ao longo da Série C deste ano, além de Gabriel Souza, outro jovem jogador da posição que recebeu oportunidades.
O goleiro, nesse período, superou críticas da torcida para se estabelecer na equipe.
Thiago Coelho, goleiro do Santa Cruz, durante a partida contra o Maranhão — Foto: Marlon Costa/AGIF
Nas últimas partidas do time no campeonato, fez defesas providenciais: na vitória sobre o Maranhão, ainda pela primeira fase da Série C, e nos triunfos sobre Botafogo-PB e Maringá, essas dois últimos valendo o quadrangular do acesso.
Em 2025, Rokenedy viveu roteiro parecido. Foi escolhido como titular na última rodada da fase de grupos da Série D e não deixou mais a titularidade. Foram 11 partidas disputadas, o título de vice-campeão do torneio e sete gols sofridos.

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Curiosamente, Thiago Coelho tem números semelhantes: 12 jogos e sete gols sofridos. Nas últimas quatro partidas do time na Série C, aliás, só sofreu um único gol.
Com 100% de aproveitamento nas duas partidas do quadrangular do acesso, o Santa Cruz é o líder do seu grupo e vai receber o Floresta, no próximo domingo, na Arena de Pernambuco, podendo encaminhar classificação à Série B do próximo ano em caso de vitória.
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