Favoritismos #30: dicas, palpites e chances no Brasileirão

Com três dos maiores clássicos do país sendo disputados simultaneamente no domingo, a partir de 17h30, o destaque fica para o Fla-Flu, o jogo de maior nível técnico da rodada: em campo, o líder Flamengo e o terceiro colocado Fluminense. Mas não apenas isso: o Maracanã vai receber os dois melhores mandantes do campeonato: o Tricolor conquistou 36 dos 45 pontos que disputou no estádio quando teve o mando de campo (80%), enquanto o Rubro-Negro ficou com 33 dos 42 pontos quando mandante (79%).
Em Porto Alegre, o Gre-Nal será disputado em momento extremamente oposto: Grêmio e Internacional estão no Z-4, e mesmo uma vitória não seria garantia de saída de lá, já que para isso dependem dos resultados de Corinthians e de Mirassol.
O classico paulista fica no meio termo. O vice-líder Palmeiras joga pela a liderança, caso o Flamengo não vença, e o Corinthians precisa dos três pontos para se garantir fora do Z-4 após demitir o técnico Fernando Diniz e encontrar dificuldades para substituí-lo.
Em parceria com o economista Bruno Imaizumi, Favoritismos traz análises sobre cada uma das dez partidas da rodada da Série A. Para ver o contexto em que cada jogo será disputado, clique no nome de cada confronto, abaixo.
Sábado
18h

Vasco x Remo: informações e palpite para o jogo
21h

São Paulo x Vitória: informações e palpite para o jogo
Domingo
16h

Atlético-MG x Santos: informações e palpite para o jogo
17h30

Flamengo x Fluminense: informações e palpite para o jogo

Grêmio x Internacional: informações e palpite para o jogo
19h30
Segunda-feira
16h

Coritiba x Botafogo: informações e palpite para o jogo
19h30
21h

Bragantino x Cruzeiro: informações e palpite para o jogo
Metodologia
Favoritismos apresenta o potencial que cada time carrega no Brasileirão 2026 comparando o desempenho nos últimos 60 dias como mandante ou visitante em todas as competições e nos últimos seis jogos, independentemente do mando. Também são consideradas as performances defensiva e ofensiva das equipes no jogo aéreo e no rasteiro. Os cálculos referentes à influência de bolas altas e de troca de passes rasteiros entre gols marcados e sofridos só consideram as características dos gols marcados em jogadas. Gols olímpicos, cobranças de pênaltis e de faltas diretas não contam para determinar a influência aérea ou rasteira por serem cobranças feitas diretamente para o gol.
Apresentamos as probabilidades estatísticas baseadas nos parâmetros do modelo de "Gols Esperados" ou "Expectativa de Gols" (xG), uma métrica consolidada na análise de dados que tem como referência 129.755 finalizações cadastradas pelo Gato Mestre em 5.228 jogos de Brasileirões desde a edição de 2013. Consideramos a distância e o ângulo da finalização, se foi feita em casa ou como visitante, além de características relacionadas à origem da jogada (por exemplo, se veio de um cruzamento, falta direta ou de uma roubada de bola), a parte do corpo utilizada, se a conclusão foi feita de primeira, a diferença de valor mercado das equipes em cada temporada, o tempo de jogo e a diferença no placar no momento de cada finalização.
O desempenho de um jogador é comparado com a média para a posição dele, seja atacante, meia, volante, lateral ou zagueiro, e consideramos o que se esperava da finalização se feita com o "pé bom" (o direito para os destros, o esquerdo para os canhotos) e para o "pé ruim" (o oposto). Foram identificados os ambidestros, que chutam aproximadamente o mesmo número de vezes com cada pé.
De cada cem finalizações da meia-lua, por exemplo, apenas sete viram gol. Então, uma finalização da meia-lua tem expectativa de gol (xG) de cerca de 0,07. Cada posição do campo tem uma expectativa diferente de uma finalização virar gol, que cresce se for um contra-ataque por haver menos adversários para evitar a conclusão da jogada. Cada pontuação é somada ao longo da partida para se chegar ao xG total de uma equipe em cada jogo.

Saiba como são feitos os cálculos para as matérias de chances do ge
*As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, José Victor Meirinho, Leandro Silva, Lorrayne Vieira (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.
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