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Enquanto dormia… |
…o mundo continuava a reagir à despedida de Cristiano Ronaldo da Seleção Nacional. O longo vídeo que o jogador publicou nas redes sociais deixava uma mensagem de agradecimento pela oportunidade que teve de representar o país ao longo de 23 anos. Mas esse testemunho na primeira pessoa — Ronaldo leu a carta que diz ter escrito logo após a eliminação de Portugal no Campeonato do Mundo — não explicava tudo. Não explicava, por exemplo, como o timing da suspensão, a continuidade de Jorge Jesus na seleção e o corte com o empresário Jorge Mendes influenciaram o caminho até ao anúncio desta quinta-feira. |
Hoje, o selecionador nacional anuncia os convocados para os próximos jogos da Liga das Nações. O Observador vai acompanhar em direto essa convocatória e a conferência de imprensa que Jorge Jesus dará logo a seguir. Nas últimas horas, acompanhámos o anúncio da despedida de Ronaldo da Seleção em várias frentes: |
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Luís Montenegro foi ums das muitas figuras a reagir à notícia, agradecendo a Cristiano Ronaldo por um contributo em campo que “ecoará na eternidade”. A mensagem do primeiro-ministro foi divulgada quando o primeiro-ministro se preparava para reunir com José Luís Carneiro e André Ventura, com um tema na ordem de trabalhos: discutir soluções para a crise na habitação. No final, ficou desfeita a ideia de que haveria margem para entendimentos: dois dias foi o tempo que durou a aparência de que seria possível um acordo entre Governo, Chega e PS para melhorar o acesso à Habitação e responder à tensão social que se vai sentindo nas ruas. |
Duarte Lima esteve em tribunal para a primeira sessão do julgamento da morte de Rosalina Ribeiro, perto do Rio de Janeiro. Passados 17 anos sobre o assassinato da herdeira de Lúcio Feteira, o advogado — e principal suspeito do crime — ficou em silêncio e deixou à defesa as primeiras intervenções. “Não há nem nunca houve, da novela — permita-me sem nenhum desprimor — brasileira, provas confirmatórias e conclusivas”, disse João Neto na sala de audiências. |
Depois das eleições em Israel, Netanyahu procura agora uma configuração partidária que lhe garanta a possibilidade de se manter aos comandos do país. Mas as últimas movimentações não trazem boas notícias para o primeiro-ministro israelita: o partido ultraortodoxo asquenaz abandonou o bloco de Netanyahu e deixou primeiro-ministro ainda mais isolado. O UTJ até pondera reforçar a oposição, apesar de Eisenkot continuar a defender fim das exceção nas IDF. |
Nesta newsletter encontra as notícias essenciais para este início de sexta-feira. Já sabe que, ao longo do dia, temos toda a informação sempre atualizada no jornal, na rádio e nos nossos canais no WhatsApp, no Instagram e no Facebook. Para uma pausa, há desafios novos no Sudoku, no AbraPalavra e, claro, no SudoCrime. |
Tenha uma boa sexta-feira e um ótimo fim de semana (mas atenção: a tempestade Bruna já está a ter impacto nos Açores e na Madeira e chega ao continente com chuva forte este domingo) |
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O FIM DE UMA ERA
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45 horas antes do crime. Duarte Lima chega ao Brasil sem telemóvel pessoal mas a polícia sabe que usou outros números para contatar Rosalina Ribeiro. E através deles reconstitui os passos do advogado.
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Antigamente, para as revoluções em França, havia esta explicação: o tédio, e a necessidade de alguma diversão. Mas em Portugal, tal como na França de 2026, a explicação é outra: o bloqueio político.
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Pode-se perfeitamente concluir que um diploma é constitucionalmente inadequado mas, nesse caso, existe um Parlamento, cuja ocupação habitual, além das indignações retóricas semanais, inclui fazer leis
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Os seminários não foram essencialmente instrumentos de ascensão social. Uma instituição pode produzir mobilidade social sem ter sido concebida, ou socialmente entendida, como um mecanismo de ascensão.
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No mundo real, apesar da histeria futeboleira característica do país, nem a política portuguesa se resume a um simples jogo da bola, nem Montenegro tem os talentos de número 10, nem o PSD é o PS.
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Javier Calvi e Javier Ambrossi realizaram "A Bola Negra", um filme "queer" passado em três épocas diferentes e cujo fio condutor é uma peça perdida de Lorca. Eurico de Barros dá-lhe duas estrelas.
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