PunchNobel Peace Prize jury treads carefully after Trump campaignCNN TürkApple iPad Mini serisine OLED dokunuşuThe Jerusalem PostHerzog says he will recommend Israelis who aided in flydubai attack for medal for civilian heroismRTP DesportoPrimeiro semestre de 2026 com maior volume de apostas de sempre em PortugalInquirerGenZennial Tour brings nat’l issues, vote discussions to GenSan youthThe South AfricanBafana Bafana vs Egypt: Salah, rotations, and what’s really at stakeUOLQuando uma eleição presidencial vai para o segundo turno? EntendaХабрКак Splash ускоряет локальные LLM на MacBBC NewsWho is the 'hero' Indian pilot who was stabbed on Israel-bound flight?Sportstar13-year-old S. Ishaan becomes youngest S14 para swimmer to double-cross Palk StraitIl Fatto QuotidianoLavoro nero e sfruttamento, 102 lavoratori irregolari: sequestrate due aziende tessili tra Napoli e SalernoSeeking AlphaEmerging Markets Bond ETF declares monthly distribution of $0.1110
The Daily Newsstand · Free, Always
Thursday, October 1, 2026

Especialista: Fake news só impactam eleitor caso tenham lastro na realidade

Translate

A polêmica em torno da fake news sobre Nossa Senhora Aparecida, que envolve Flávio Bolsonaro e decisões de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), gerou debate sobre o papel da desinformação no cenário político brasileiro. Para o sociólogo e cientista político Alberto Carlos Almeida ao WW, esse tipo de conteúdo falso só alcança efetividade quando carrega algum lastro na realidade.

Almeida explicou que as fake news que circulam no ambiente político operam de maneira distinta daquelas que surgem em contextos próximos, como o local de trabalho.

Segundo ele, as que tratam de temas políticos distantes do cotidiano do eleitor só repercutem quando transmitem uma mensagem que, mesmo sendo falsa, reflete algum elemento verdadeiro sobre a pessoa ou grupo que é alvo da desinformação.

Leia Mais

Exemplos históricos ilustram o argumento

Para fundamentar sua análise, Almeida recorreu a exemplos do passado político brasileiro. "No passado, quando o PT era radical, se dizia que se o PT vencesse iria invadir a casa das pessoas e distribuir cômodos para os mais pobres", afirmou.

Para ele, essa fake news tinha um "fundo de verdade", pois remetia à imagem do partido como socialista e radical.

Da mesma forma, a fake news de que o PSDB acabaria com o Bolsa Família, caso eleito, também encontrava respaldo na percepção pública, uma vez que o partido "falava sempre muito mal do Bolsa Família" e defendia uma "porta de saída" para o programa.

Aplicando essa lógica ao caso atual, Almeida avaliou que a fake news sobre Nossa Senhora Aparecida transmite ao eleitorado a mensagem de que, se Flávio Bolsonaro tivesse que escolher entre evangélicos e católicos, daria prioridade aos primeiros. "É isso que ela faz", resumiu o especialista.

Impacto eleitoral é limitado

Apesar do potencial de propagação dessas narrativas, Almeida foi categórico ao afirmar que o impacto eleitoral de uma fake news é restrito. Segundo ele, esse tipo de conteúdo tende a consolidar votos já existentes, e não a convertê-los.

"Em geral ela não muda o voto, ela consolida votos já existentes", disse. Ele acrescentou que, embora possa haver alguma mudança, ela seria muito pequena.

O especialista destacou ainda a dimensão do eleitorado brasileiro como fator determinante.

Com mais de 100 milhões de votos válidos previstos para a disputa à Presidência da República, Almeida argumentou que, para que um episódio como esse altere um resultado eleitoral, seria necessário um impacto superior a dois pontos percentuais — algo que ele considera improvável.

"O que eu creio não ser possível acontecer", concluiu.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

View the original on CNN Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.