ESPN DeportesMLB Playoffs 2026: así llegan Brewers y Dodgers a la NLCSESPNFive! Comparing A'ja Wilson's MVP run to some all-time greatsThe Jerusalem PostUnited grounds pilot who praised October 7 massacre after reports of reinstatement - reportInquirerLPA, ITCZ to bring rain in many parts of the country on Saturday (Oct. 10)Inquirer EntertainmentBTS fever grips Peru, group’s car mobbed by fansZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFUOLChina abandona sua principal estratégia para reduzir custos de logísticaRapplerSome SKs will be ‘trentahin’ by 2028. They’re not happy about it either.ABC NewsHurricane Isaias updates: Category 2 storm makes landfall in Florida PanhandleNew Straits TimesRM12.47mil in cryptocurrency stolen from man's digital walletWirtualna PolskaZabiła córkę i zaatakowała dwóch synów. Ostateczny wyrok SNDaily Mail'Cornell 7' frat boy told friends he was going to Thailand to 'find himself' after gang rape allegations... as his father is revealed to be a professor of Sharia Law and his privileged life unravels
The Daily Newsstand · Free, Always
Saturday, October 10, 2026

Advogada sul-africana Navi Pillay ganha Nobel da Paz por promover a justiça e os direitos humanos

Translate
“O compromisso de Navi Pillay com princípios jurídicos universais e sua firme bússola moral são constantes em uma longa carreira”, disse o presidente do Comitê Norueguês do Nobel.

Sul-africana de origem indiana, Navi Pillay nasceu em uma família pobre. Era época do apartheid, o regime de segregação racial na África do Sul. Como advogada, ela conseguiu garantir direitos a presos políticos - entre eles, Nelson Mandela. Mais tarde, no governo Mandela, se tornou a primeira mulher não branca a atuar na Suprema Corte do país.

Ela também foi juíza do Tribunal Penal Internacional, antes de assumir o Escritório de Direitos Humanos das Nações Unidas, de 2008 a 2014. Em 2025, apresentou o relatório da comissão independente da ONU que presidiu. Segundo a análise, Israel cometeu genocídio na Faixa de Gaza e dirigentes - incluindo o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu - incitaram esses atos. Nesta sexta-feira (9), o gabinete de Netanyahu disse que o Comitê do Nobel “perdeu sua bússola moral” e acusou Navi Pillay de preconceito e de propagar acusações falsas contra Israel.

Advogada sul-africana Navi Pillay ganha Nobel da Paz por promover a justiça e os direitos humanos — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Atualmente, Navi Pillay atua como juíza na Corte Internacional de Justiça da ONU, no processo que acusa o governo de Myanmar de genocídio contra a população rohingya. A sul-africana participava de um evento em Nuremberg, na Alemanha, quando recebeu a notícia. Diante de muitos aplausos dos colegas, ironizou:

“Se aplaudirem mais, talvez eu divida o prêmio com Trump”.

A piada foi porque a vencedora do Nobel em 2025, a venezuelana María Corina Machado, acabou entregando a medalha dela ao presidente americano.

Navi Pillay contou que sempre a perguntam quando ela vai parar. Lembrou que acabou de completar 85 anos, mas disse que ainda precisa trabalhar.

Não é exagero dizer que a notícia encheu de emoção e orgulho as Nações Unidas, em Genebra, onde a Navi Pillay trabalhou tantos anos. Volker Türk - hoje no mesmo cargo já ocupado por ela - definiu esse Nobel da Paz como uma vitória coletiva para os direitos humanos.

“Ao caminhar por este prédio, dá para perceber emoção, felicidade, uma alegria imensa pelo fato de uma de nós ter recebido o Nobel”, disse o Alto Comissário.

Em Nova York, o secretário-geral, António Guterres, também celebrou:

“Ela demonstrou que a força da lei deve prevalecer sobre a lei da força, e que a defesa dos direitos humanos é a garantia mais segura contra a injustiça”.
View the original on G1 →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.