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Deixa-me rir
Tu nunca lambeste uma lágrima
Desconheces os cambiantes do seu sabor
Nunca seguiste a sua pista
Do regaço à nascente
Não me venhas falar de amor
Pois é, pois é
Há quem viva escondido a vida inteira
Domingo sabe de cor
O que vai dizer segunda-feira |
Enquanto dormia… |
…morria um dos maiores da nossa música contemporânea: Jorge Palma, 76 anos, mais de meio século de carreira e inúmeros temas que ficam como parte de uma herança cultural comum. A notícia foi avançada pela família do músico e compositor, numa mensagem publicada nas redes sociais onde a mulher, os dois filhos e os agentes assinalam a “obra assinalável” e pedem que Palma seja recordado, sobretudo, pelas “canções e palavras” de uma vida dedicada à música. As primeiras reações chegaram ainda esta madrugada: artistas, políticos e muitos fãs recordaram já o músico. |
- Em 2022, o Observador percorreu os 50 anos de carreira de Jorge Palma. Foi um relato na primeira pessoa, numa viagem disco a disco que percorreu o exílio, os casamentos e outros momentos incontornáveis, de guitarra na mão ou sentado ao piano. Pode recordar esse trabalho aqui.
- Antes, também publicámos uma longa entrevista. Foi quando Palma celebrou os 70 anos.
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Ficava disponível o segundo episódio do mais recente podcast plus do Observador, “Os Escândalos de uma Revolucionária“. Dois meses depois, Annie Silva Pais reaparece. Quando muitos já temiam o pior, a filho do último diretor da PIDE escreve uma carta aos pais. E tranquiliza-os: Annie garante que está bem. Não dá grandes detalhes sobre onde passou os últimos tempos nem onde se encontra naquele momento. Mas parece cada vez mais evidente que só pode estar em Cuba. E, se assim for, tem de estar a ser protegida por Fidel Castro. Se for assinante Standard ou Premium do Observador, pode ficar já a conhecer a história toda. |
Seguro ia passo acelerado, mas sempre atento e sem deixar Montenegro para trás. A imagem, que o Rui Pedro Antunes captou esta segunda-feira, numa visita de Presidente e primeiro-ministro à nova Escola Secundária de Cascais, é simbólica. Mas ilustra como Belém tem gerido a relação com São Bento. Antes, foi o caos nos exames nacionais — com um Chefe de Estado num tom duro. Agora, é o rigor orçamental, com Seguro a alinhar pelo princípio de não comprometer as contas públicas, apesar do aumento do custo de vida. “A credibilidade financeira do País contribui para atenuar em Portugal os efeitos de condições internacionais de financiamento mais exigentes”, já o Presidente da República assinalara anteriormente. Não é um “abraço quentinho”, como chegou a pedir-lhe uma aluna, mas é uma palavra de conforto para São Bento, onde o “professor” também espera ver “ambição”. |
Entre ciberataques, ações com drones e atos de sabotagem, tem-se intensificado a chamada “guerra híbrida” da Rússia contra os Estados europeus — sobretudo, aqueles que se mantêm inabaláveis no apoio ao esforço de guerra da Ucrânia contra Moscovo. Como escreve o José Carlos Duarte, por toda a Europa, os ataques russos já geraram o caos. Ao mesmo tempo que reduz o empenhamento em território ucraniano, o Kremlin reforça as ações contra países que enviam armas para Kiev, numa vaga de táticas assimétrias que deverá intensificar-se nos próximos tempos. Apesar de integrar a lista de países considerados hostis, em Portugal não há, ainda, registo de ataques significativos. |
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Boa terça-feira. |
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