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Wednesday, August 19, 2026

Quer um T4 no Chiado? Basta ter cem milhões de garrafas

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Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Momentos de glória da Rádio Observador. Não sei se concordam, mas há um negócio em ascensão: ser empresário do Volta.

Parece que sim.

Já há histórias de sucesso, mas como em tudo, exigem algum sacrifício.

Sempre que eu tenho fome, dá-me uma Coca-Cola ou uma Sprite para eu ir fora. Comer é um custo, beber refrigerantes é um investimento. Estou sem rins? Estou. Já me tiraram um, vão me tirar o segundo. Pronto.

Então, o teu primo só tem um rim, não é, Paulo?

E é engenheiro. Bem, Marisa, não já não consegue mais. Vamos ficar por aqui, se calhar.

Só tem um rim e é engenheiro, mata. Bem, mas o que importa é fazer disto um negócio com futuro.

Quero um frango. O que eu penso? 60 garrafas. Quero comprar um T4 no Chiado com piscina, 100 milhões de garrafas. É ambicioso? É, mas ouve. A trabalhar. Se tenho investimento privado? Tenho investimento privado, os meus avós dão-me sempre as garrafas deles. À quinta-feira vou lá buscar.

Realmente, está certo.

Eu não sei se-

Está tudo montado

Está tudo montado, tudo um esquema. Não sei se as garrafas de gin também servem para o Volta, mas o que chateia mesmo o senhor Óscar é interromperem os momentos de lazer.

Eu estava com a minha esposa no jardim a beber um gin, a divertir-me. De momento, recebo uma chamada: "Ó Óscar, roubaram-te o carro há uns 20 anos, anda lá à sua casa e o teu carro deve estar todo amassado ou com sangue". Fiquei nervoso, nem acabei de beber e vim ver o que se passou. Ao chegar à beira do carro, as autoridades não me deixaram chegar à beira dele, porque queriam tirar as impressões digitais. Eu queria saber se estava amassado ou não. Depois correu tudo bem.

Pronto, quando não há o gin, é o fim.

Já não se pode beber um gin.

É uma coisa impressionante. Eu não sei se o gin tem o mesmo efeito, mas água é do pior que há, sobretudo nos incêndios mesmo. É literalmente brincar com o fogo.

Ainda aqui com uma presença muito grande de amaios, é impossível apagar o fogo.

Não, ao menos aqui na oficina, não.

Pelo menos nesta meia hora ou uma hora é impossível.

Não, aqui é impossível, porque eu acho que a água ainda incendeia mais, pelo que parece.

Porque às vezes parece que a situação se controla, mas de repente as chamas voltam a aparecer.

Pois, porque aqui os carros é as tintas, é óleos, é essas coisas todas. A água penso que ainda faz pior.

Ele insiste, ninguém lhe viu a saída.

Se calhar ele confundiu-se na garrafa, em vez de água era de gin.

Exatamente. Mas já que falamos de água, este ano já apanharam água quente na praia? Dizem que a água tem estado já a sobrar. Eu não tive essa sorte. Eu não tive essa sorte, nem eu nem o João Miguel Costa.

A água está feíssima. Metes um pé, tenho que me morrer ou não? Arrebenta-me logo uma veia na cabeça. "João, estás a gostar da água?" "Desculpa, não te consigo ouvir, por causa do barulho dos meus dentes a baterem uns nos outros." O que é que tens que fazer? Entras aos bocadinhos, vais-te molhando. Pelo menos chegas ao hospital e o médico diz: "Olhe, vai ter que amputar uma mão". Prefere que ampute já toda ou que lhe vá tirando um dedo por dia até sexta-feira? Acontece o seguinte: não me tire a mão!

Eu não digo para ir à praia, mas para cozinhar, quem é que José Luís Carneiro gostava de ter como companhia?

Quem?

Palpites? Vamos ouvir.

Isso é com o Quim Barreiros.

Quim Barreiros.

Quim Barreiros.

Tá certo. Dois homens do norte.

Sim. Ele é o mestre da culinária.

Exatamente.

Vejam lá os destinos do PS, se os destinos do PS estão bem entregues.

Secretário-geral ou tocar acordeão nos bailes do Baião.

Acordeão, mas agora não solo. Já na altura gostava também de ter companhia. Companhia do violão, companhia muitas das vezes do violino, companhia também por vezes do cavaquinho e portanto, se possível, em equipa.

Do cavaquinho, não do cavalo. Exato, vamos deixar isso bem claro.

Portanto, secretário-geral, sim, mas com companhia. Eu não sei se os destinos do PS estão bem entregues ou não, mas o futuro do país, esse sim, está garantido, vai ficar em boas mãos.

O marido da tua filha vai ser teu?

Marido, filha, pai.

O marido da tua filha será teu?

Marido, filha.

Certo. O marido da tua filha é o teu?

Homem. Não é tão caminhado.

Certo. O marido da tua filha vai ser teu pai, quase como meu filho.

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