Advogados de psicólogo e psiquiatra pedem absolvição deles em julgamento pela morte de Maradona
"O resultado está relacionado a questões médicas que fogem ao seu controle", afirmou o advogado de Díaz, Diego Olmedo, perante o tribunal de San Isidro, ao norte de Buenos Aires.
Por sua vez, o advogado de defesa da psiquiatra, Vadim Mischanchuk, declarou que Cosachov não agiu com indiferença, pois, à medida que surgiam sinais de alerta nos dias que antecederam a morte do ídolo, ela "tomou providências para reverter a situação". Ele atribuiu a responsabilidade à empresa de assistência médica privada que, segundo ele, "dificultou" a internação.
Além disso, solicitou ao tribunal que, caso ela seja considerada culpada por homicídio culposo, não seja condenada à prisão, visto que "não possui antecedentes criminais e sempre esteve à disposição da justiça".
- Oito anos de prisão -
O Ministério Público pediu oito anos de prisão para Cosachov por homicídio com dolo eventual, por considerá-la uma das idealizadoras da internação na casa em Tigre, perto de San Isidro, onde o ex-jogador faleceu.
Em relação a Díaz, foi pedido uma pena de cinco anos por homicídio culposo, sob a alegação de que ele foi responsável pela fatídica internação domiciliar e por impedir que familiares visitassem o astro nos últimos dias de sua vida.
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