Bombardeios da Rússia contra a Ucrânia matam 24 pessoas e deixam mais de 60 feridos

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A União Europeia anunciou nesta quarta-feira (7) 1,2 bilhão de euros em ajuda para a Ucrânia comprar drones e mísseis.

Bombardeios da Rússia deixam mais de 20 mortos e 60 feridos na Ucrânia
Bombardeios da Rússia contra a Ucrânia mataram 24 pessoas e deixaram mais de 60 feridos.
Foram horas de explosões durante a madrugada. A capital Kiev e outras partes da Ucrânia foram atingidas por uma combinação de mais de 100 drones e mísseis. Os ataques provocaram danos à rede elétrica e levaram a quedas de energia em pelo menos cinco regiões.
No dia do aniversário de 74 anos de Vladimir Putin, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse que a destruição de um prédio residencial na cidade de Pryluky foi um presente para o líder russo. Segundo autoridades ucranianas, 18 pessoas morreram lá, entre elas, quatro crianças.
Em Kiev, muitos moradores passaram a noite nas estações de metrô. As sirenes de alerta soaram durante horas.
“O metrô é melhor, porque moramos no nono andar de um prédio alto. É realmente assustador estar no nono andar quando mísseis estão voando na sua direção”, conta uma ucraniana.
Bombardeios da Rússia contra a Ucrânia matam 24 pessoas e deixam mais de 60 feridos — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
Segundo a Força Aérea da Ucrânia, as defesas conseguiram interceptar parte significativa dos drones e dos mísseis. Mas os mísseis balísticos - mais rápidos - continuam sendo um dos maiores desafios.
Zelensky disse que a ofensiva russa foi uma das mais perversas desde o início da guerra e voltou a pedir aos aliados mais sistemas de defesa. A União Europeia anunciou nesta quarta-feira (7) 1,2 bilhão de euros em ajuda para a Ucrânia comprar drones e mísseis.
E a preocupação dos europeus não é apenas com o que acontece dentro da Ucrânia. No continente, o temor aumentou depois que dois navios foram atingidos por drones no Mar Negro, perto da Bulgária, um país que integra a aliança militar do Ocidente, a Otan. O episódio levou as autoridades búlgaras a reforçar a segurança marítima e reacendeu o debate sobre o risco de a guerra chegar a outros países da Europa.
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