The Jerusalem PostIDF's next-generation artillery gets NIS 600 million training boost with Elbit dealUN NewsSix in seven journalist murders go unpunished, UNESCO reportsPunchNLC can negotiate alone, Ajaero replies TUC presidentBollywood HungamaBigg Boss 20: Panchayat fame Aasif Khan eliminated from Salman Khan-hosted showInquirerPITX logs nearly 1.5 million passengers during Undas weekDaily MaverickDIGITAL POLITICS OP-ED: The anti-foreigner movement squares up to the state in run-up to electionsWirtualna PolskaKryzys w TK. Ćwiąkalski: Kancelaria Premiera musiała być poinformowana7sur7Élections de mi-mandat aux États-Unis: Trump veut faire mentir les mauvais sondages dans les urnesIl Fatto QuotidianoPier Paolo Pasolini, la Procura di Roma riapre le indagini sull’omicidio: nuovo fascicolo dopo un espostoNU.nlVerstappen trots op F1-wereldkampioen Antonelli: 'Ongelooflijk goed gereden'La PresseLa revue de presse de Paul Arcand | Négociations Canada–États-Unis, les propos de Trump et élections de mi-mandatGMA NewsFore sweeps through homes in Barangay E. Rodriguez, QC
The Daily Newsstand · Free, Always
Monday, November 2, 2026

Cessar-fogo de Oleshky chega ao fim; Ucrânia evacua civis de algumas áreas da região de Kherson

Translate

1 Nov (Reuters) - As forças armadas da Ucrânia informaram que evacuaram 167 pessoas das áreas ameaçadas no sul da região de Kherson no domingo, quando um cessar-fogo local temporário chegou ao fim — dois dias depois ​que ônibus transportaram moradores para fora da cidade de Oleshky, ​controlada pela Rússia.

Um cessar-fogo local de seis dias em Oleshky e arredores foi alcançado após esforços de mediação da primeira-dama dos EUA, Melania Trump, e com a participação do Papa Leão XIV.

O cessar-fogo expirou à meia-noite. Não houve indícios imediatos de retomada das ​hostilidades por parte de nenhum dos lados.

Foi ⁠a mais longa pausa ​local nos combates desde a invasão em grande escala da Rússia em 2022.

O ⁠Comissário de Direitos Humanos da Ucrânia, Dmytro Lubinets, em postagem no Telegram, ​afirmou que ambos os lados “cumpriram as obrigações assumidas ao longo desse período”.

Lubinets disse que ele e Yana Lantratova, comissária de direitos humanos da Rússia, estavam “explorando possibilidades para dar continuidade a esforços humanitários semelhantes. ‌É importante manter esse mecanismo de interação para ‌que possamos continuar ajudando ​as pessoas e salvando vidas”.

Anteriormente, o Estado-Maior da Ucrânia divulgou um comunicado informando que suas unidades, em cooperação com as autoridades locais, “evacuaram 167 civis para locais mais seguros na região de Kherson”.

Segundo o comunicado, entre os evacuados estavam 22 ‌crianças e 21 pessoas com mobilidade reduzida que necessitavam de assistência especial.

O governador da região de Kherson, Oleksandr Prokudin, exortou os moradores a permanecerem vigilantes à medida que se aproximava o fim do cessar-fogo.

Continua após a publicidade

“Também peço enfaticamente que não visitem as chamadas ‘zonas vermelhas’ – áreas e povoados próximos ao rio Dnipro”, escreveu Prokudin no Telegram. “A intensidade dos ataques russos na região continua alta, e a ameaça à vida é extremamente elevada.”

Em Moscou, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, citado por agências de notícias russas, afirmou que a Rússia via de forma positiva a forma como a operação foi conduzida em Oleshky, bem como a ‌coordenação entre os comissários de direitos humanos dos dois países.

O papa disse que esperava que a cooperação entre a Rússia e a Ucrânia na implementação de um cessar-fogo em Oleshky abrisse caminho para ​esforços de paz mais amplos.

Melania Trump, em postagem no X, disse que o cessar-fogo “proporcionou aos moradores liberdade de locomoção, acesso a alimentos, água potável e medicamentos, além de um ‌renovado senso de dignidade, sem a ameaça constante de ataques”.

VIAGEM TORTUOSA

No sábado, moradores famintos e exaustos de Oleshky cruzaram a fronteira para a Ucrânia após uma jornada tortuosa partindo da região, a apenas alguns quilômetros da linha ‌de frente.

Continua após a publicidade

Primeiro, viajaram de ônibus pela Crimeia — ‌anexada pela Rússia à Ucrânia em 2014 — até a cidade russa de Anapa, antes de voarem para Belarus, de onde seguiram para a Ucrânia.

Aqueles que desejavam deixar ⁠Oleshky — alguns com destino à Rússia, outros à Ucrânia — foram levados inicialmente para a Crimeia em 25 ônibus e nove ambulâncias, disse Lantratova, antes de se dividirem em comboios separados.

No total, quase 800 pessoas foram evacuadas, disse Melania Trump no X, acrescentando: “Espero que Oleshky sirva de base para uma paz duradoura entre as duas nações.”

Não se sabe quantas pessoas optaram ​por permanecer em Oleshky, controlada pela ​Rússia, que fica às margens do rio Dnipro, em frente à principal cidade da região controlada pela Ucrânia, Kherson.

O cessar-fogo, em vigor desde terça-feira, permitiu que as estradas fossem desminadas e que alimentos, medicamentos e outros suprimentos fossem levados para a cidade.

As forças russas assumiram o controle da cidade imediatamente após a invasão da Ucrânia em fevereiro de 2022, mas as tropas ucranianas recapturaram grande parte da região, incluindo a cidade de Kherson, ainda naquele ano.

Continua após a publicidade

As ações militares continuaram em outras partes da Ucrânia no domingo.

Governadores regionais e serviços de emergência relataram uma ⁠morte em um ataque na região de Sumy, na fronteira com a Rússia — um alvo frequente —, e pelo menos uma na região ​central de Vinnytsia.

(Reportagem de Ron Popeski, Alessandra Prentice e Jekaterīna Golubkova)

View the original on UOL →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.