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Sunday, September 13, 2026

Maroon 5 faz show previsível, mas hits sustentam o 3º Rock in Rio da banda

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De fato, o grupo é figurinha carimbada no Brasil e faz agora sua 11ª passagem pelo país – em seu terceiro Rock in Rio. A essa altura, o show é divertido, mas um tanto previsível.

Até as falas do vocalista Adam Levine são um pouco genéricas. “Rock in Rio é o melhor show para o melhor público”, disse simplesmente. Com tantas vindas ao país, podia ter melhores declarações para nós.

Claro que faixas como “This Love”, “Animals” e “Maps” arrancam um coro da plateia. A banda é um fenômeno radiofônico como poucos no país, com hits de sobra para brincar.

Ao vivo, eles ganham arranjos com outras levadas, trazendo influências do rock ao reggae para que nem tudo soe como no seu Spotify. E tem tempo para solos de guitarra, teclado, bateria, e por aí vai.

Maroon 5 no Rock in Rio 2026 — Foto: Reprodução/Globoplay

Um destaque foi o momento “brilha, PJ Morton”, na metade do show, para valorizar o habilidoso tecladista que deu azar com o line-up no dia anterior do festival.

Foi quando Levine apresentou o tecladista, deixou ele brilhar, e cantou “Sunday Morning”. Em seguida, Morton emendou “Heavy”, faixa solo dele (que também rolou no show do The Town, em 2023).

Momentos assim, ou quando Levine desceu ao público para dedicar “She Will Be Loved” às fãs, deram fôlego ao show quando a plateia deu uma dispersada.

Isso além do gesto clássico de Adam Levine: tirar a camisa entre a metade e o fim do show. Desta vez, o cantor com pinta de galã seguiu seu modus operandi logo antes de “What Lovers Do”.

Adam Levine, do Maroon 5, no Rock in Rio 2026 — Foto: Reprodução/Globoplay

De modo geral, não é exagero algum dizer que o show foi mais do mesmo. Inclusive porque a banda não tocou nenhuma do “Love Is Like” (2025).

Aliás, quando o cantor disse que ia tocar algo “que não costumam”, foi “Won’t Go Home Without You”, do disco “It Won’t Be Soon Before Long”, de 2007… que estava no setlist de 2023, no The Town.

Mas do que tudo isso importou? Muito pouco. O dia teve ingressos esgotados, a galera dançou, o Maroon 5 está lotado de carimbos brasileiros no passaporte. Se despediu de um público aos gritos em “Sugar”, e trabalho entregue.

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