The Jerusalem PostSwiss voters reject tighter neutrality rules that would have curbed NATO cooperationESPN DeportesGil Mora cumple el deseo de Javier Aguirre en debut de Rafa MárquezESPNCoughlin first in LPGA history to open round with 9 straight birdiesInquirerTyphoon Queenie exits PARPunchPolice arrest two over kidnapping of 38-year-old man in OyoRTP DesportoPiloto italiano Nicolò Bulega conquista título mundial de SuperbikesDaily MaverickOWN GOAL: Manchester City’s future in the air after reports of Premier League guilty verdictColliderGuy Ritchie's Fantasy Epic That Bombed at the Box Office Officially Finds Retribution on Free StreamingSRF NewsAbstimmung Kanton Graubünden – Nein zum Stimmrechtsalter 16: «Eine verpasste Chance» für Junge20 MinutenVerletzte sich Mbappé wegen On-Schuhen? Widerspruch grossThe Hollywood ReporterAnna Kendrick Is “Over the Moon” About Directing ‘The Seven Husbands of Evelyn Hugo’Observador DesportoAbusos sexuais na Igreja. Associações acompanham Papa
The Daily Newsstand · Free, Always
Sunday, September 27, 2026

O meu filho não quer ir à escola. O que fazer?

Translate

É um drama que se repete em muitas casas, de manhã. A criança acorda, começa a queixar-se de dor e pede para ficar em casa. Os pais oscilam entre a preocupação e a suspeita. Fazem perguntas rápidas — “dói onde?”, “dói desde quando?” — enquanto olham para o relógio e tocam na testa dos miúdos à procura de sinais de febre que não estão lá.

Noutras famílias, em vez de dores matinais há miúdos que choram, gritam e recusam-se a sair do carro já à porta da escola, ou pré-adolescentes que fingem que adormecem para perder o autocarro e faltar às aulas. As idades, comportamentos e contextos são diferentes, o objetivo é o mesmo: não ir à escola.

Estima-se que um grande número de crianças ou adolescentes, pontualmente ou em alguma fase, sente alguma ansiedade com a ida para a escola. Um inquérito recente no Reino Unido refere que quase 50% dos adolescentes inquiridos faltaram por questões relacionadas com a ansiedade de ir para a escola pelo menos uma vez durante o ano anterior. Outro estudo, nos EUA, refere que cerca de 28% das crianças passam por fases em que evitam ou resistem a ir à escola.

“O facto de a criança não querer ir à escola pontualmente não é, necessariamente, um sinal de alarme”, diz Rita Mendes Bettencourt. A psicóloga e psicoterapeuta de crianças e adolescentes diz que a recusa ocasional faz parte de um desenvolvimento normal e que estes episódios ocorrem sobretudo em fases de transição, como o início da escolaridade, a mudança de ciclo ou após períodos de férias.

“Esta recusa é muitas vezes interpretada [pelos pais] como um momento de preguiça e, na maioria dos casos, não passa disso mesmo. Contudo, é importante avaliar o comportamento da criança e falar abertamente com ela, de forma a perceber se se trata de uma fase passageira ou de algo mais persistente”, recomenda.

Além das fases de transição e mudanças de escola, também podem estar em causa alterações na rotina — por exemplo, a chegada de um irmão — ou dificuldades de separação da família, mais comuns após perdas familiares ou em situações de divórcio.

View the original on Observador Desporto →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.