Mãe acusada de matar filha grávida para roubar bebê teve caso com o genro

Richard Farlor, que era noivo de Rebecca e pai do bebê, foi a primeira testemunha a depor. Ele falou sobre os dias anteriores ao desaparecimento dela e suas tentativas de contatá-la depois que ela sumiu.
Ele revelou que teve 'relacionamento sexual' com a mãe dela de abril a setembro de 2023. Disse ainda que Cortney falou sobre seu desejo de ter outro filho. "Ela disse que queria outra criança. Ela me disse que não podia ter um", afirmou Farlor, segundo a WWTV.
Na noite anterior ao desaparecimento de Rebecca, a bolsa já havia estourado. Segundo Farlor, ele e Rebecca foram levados ao hospital por um amigo e, quando Cortney soube da situação, tentou parar o veículo e levar Rebecca ao hospital no carro dela, mas não conseguiu.
Rebecca foi examinada no hospital e liberada para casa sem dar à luz, já que, segundo o Detroit News, não estava em trabalho de parto ativo. Na noite seguinte, segundo os promotores, Cortney atraiu a filha até a casa dela enviando uma foto de um cheque de US$ 18 mil, dizendo que era parte de uma herança da avó, segundo documento obtido pela revista People.
Rebecca foi vista pela última vez pouco antes da meia-noite de 3 de novembro de 2025, na casa de Cortney, em Michigan. O corpo foi encontrado em 25 de novembro na Floresta Nacional de Manistee, a poucos quilômetros de distância, três dias depois da data prevista para o parto.
No primeiro depoimento, Cortney negou qualquer envolvimento e disse não saber quem matou a filha. Depois que a polícia mostrou que o celular dela estava no local do crime, ela mudou a história, segundo a People.
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