Médico que morreu após trocar tiros com PM tinha suástica e arsenal em casa

Boletim de ocorrência, obtido pelo UOL, informa que dois cofres foram achados na residência durante diligências. Um deles estava aberto e, no interior, havia várias armas e munições. Um advogado da família acompanhou o trabalho policial e indicou que Luciano era CAC (Caçador, Atirador e Colecionador), todavia, não foi encontrada documentação disponível para confirmar a regularidade das armas e munições achadas, sendo necessária a apreensão para posterior verificação.
Equipe especializada precisou ser acionada para a checagem da suposta granada no local. O segundo cofre seguiu fechado porque nem o advogado de Luciano conseguiu informações para abri-lo.
O caso foi registrado na Delegacia Seccional de Catanduva como violência doméstica, ameaça praticada contra a mulher, resistência e homicídio decorrente de oposição à intervenção policial. A Polícia Civil investiga o caso e um IPM (Inquérito Policial Militar) foi instaurado.
Entenda o caso
Segundo a polícia, a mulher de Luciano relatou em ligação ter sido ameaçada de morte pelo marido e alertou que ele estava armado e com comportamento agressivo. Ele teria ingerido bebida alcoólica durante um churrasco e, ao chegar em casa, começou a discutir com a companheira, ameaçando as pessoas que estavam no local, incluindo dois filhos menores de 18 anos.
Quando a PM chegou, a vítima estava na área externa da casa. Já os seus dois filhos, um de 14 e outro de 10 anos, estavam dentro do imóvel com o pai.
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