PunchState police: 28 assemblies approve, Tinubu’s assent nextInquirerQuezon vice gov urges youth to emulate Hermano Puli’s patriotism한겨레제주4·3 도쿄서 특별전…“재일동포와 함께 기억하는 자리”The Jerusalem PostJewish midterm contenders Ossoff, Shapiro win respective reelection bidsZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFScreen RantForget Rush Hour 4, Jackie Chan's Sequel To Hit 142-Minute Thriller Confirms His Best New Action FranchiseSouth China Morning PostChinese woman invites late ex-husband’s mother to live with her 12 years after divorceSCMP ChinaChinese scientists discover thickening ground ice in parts of warming TibetColliderNetflix Officially Revives Sylvester Stallone’s Beloved Action Thriller Before the Remakeالنهارشركة روسية للتجارة الإلكترونية تعلن تعرضها لهجوم بمسيّرةMalay MailMalaysians will keep spending, but pricier groceries and loan bills could stingThe Straits TimesAre Singaporeans losing faith in organised religion?
The Daily Newsstand · Free, Always
Wednesday, November 4, 2026

Missão de paz na Ucrânia poderá retaliar ataques russos

Translate

As forças britânicas e dos aliados europeus de Kiev, que possam ser eventualmente destacadas para a manutenção da paz para a Ucrânia durante um cessar-fogo ou fim da guerra, poderão retaliar possíveis ataques russos, avançam fontes ocidentais ao The Guardian.

“Claramente, iremos proteger as nossas forças contra qualquer agressão”, afirmou um funcionário familiarizado com o assunto. No entanto, garante que as forças europeias de manutenção da paz que poderão vir a ser destacadas serão “defensivas por natureza”.

As forças europeias de manutenção da paz, também chamadas de Força Multinacional-Ucrânia, fazem parte da Coligação das Vontades e são compostas por 11 países — Alemanha, Bélgica, Estónia, Espanha, França, Lituânia, Países Baixos, Polónia, Reino Unido, Suécia e Turquia — sob a liderança do Reino Unido e da França.

Vão realizar um exercício militar na Polónia — o Exercício Koalicja —, entre 9 e 22 de novembro, para “ensaiar” o destacamento rápido de forças para a Ucrânia após o final da guerra, mais concretamente “avançar, proteger e fornecer uma força que ajudaria a reconstruir as Forças Armadas da Ucrânia assim que os combates terminassem”. O exercício vai contar com 2.800 soldados, fuzileiros e pilotos, refere o Governo britânico, em comunicado.

“Este exercício mostrará que a Força Multinacional-Ucrânia é uma força real, capaz e prontamente implantável que representa um compromisso sério da Coligação das Vontades para com a estabilidade e segurança de longo prazo da Ucrânia”, sublinha Tom Bateman, comandante das forças europeias de estabilização.

Além do exercício na Polónia, as forças turcas vão realizar em Istambul testes de desminagem no Mar Negro para permitir a segurança do transporte comercial marítimo de cereais.

Estas forças não fazem parte da NATO e “esperam ter pouco ou nenhum apoio dos Estados Unidos se destacadas para a Ucrânia”, já que Donald Trump não se comprometeu com o envio de tropas norte-americanas para a manutenção da paz, refere o The Guardian.

Os planos da Força Multinacional-Ucrânia para o fim do conflito envolvem patrulhas aéreas para ajudar a Ucrânia a reabrir aeroportos comerciais e operações de desminagem lideradas pela Turquia.

Apesar de o destacamento ser hipotético, o envolvimento de forças militares estrangeiras é um “lembrete” para possíveis violações de cessar-fogos por parte da Rússia, como aconteceu várias vezes entre 2014 e 2022, refere o jornal britânico, que alerta para “como Moscovo irá responder a quaisquer incidentes armados”.

Além disso, as fontes ouvidas pelo The Guardian afirmam que as forças europeias de estabilização não iriam depender da tecnologia norte-americana, como o Starlink ou Starshield, para operar no terreno, mas sim de tecnologia “quase exclusivamente europeia”.

Durante o mês de outubro, Elon Musk ordenou a suspensão do uso do Starlink por parte das forças ucranianas por alegada violação dos termos de utilização, ao ser utilizado para ataques com drones contra a Rússia.

Correct.

Using Starlink, a civilian commercial service, for offensive drone strikes to kill people has never been allowed, nor should it be.

Starshield, a different system, is controlled by the US government. What they decide to do is up to them.

Ukraine military violated… https://t.co/ZXBB8bYfPn

— Elon Musk (@elonmusk) October 24, 2026

View the original on Observador Desporto →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.