No último programa eleitoral de sua história, Lula pede um novo capítulo

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O PT apresenta amanhã o último programa eleitoral deste ano, que tem sido considerado histórico pelas lideranças partidárias porque será o último horário eleitoral com Lula como candidato. Com 80 anos, o presidente já afirmou que esta é sua derradeira candidatura.
O último programa de Lula numa disputa eleitoral vai trazer peças de ataque ao adversário, Flávio Bolsonaro, clipe emotivo com cenas da campanha, depoimentos e um pronunciamento do presidente, que afirmará: "A mudança que você quer não pode ser para pior", mas apontará para um "novo capítulo".
No vídeo, Lula dirá: "o Brasil de hoje é melhor que o Brasil que encontrei", mas não falará de legado. Jogará para o futuro. "Só que esta historia a gente já escreveu. Quero conversar com vocês sobre o melhor capitulo, o que a gente vai escrever daqui pra frente", dirá o petista, que fará críticas a Flávio, o chamando de miliciano.
O vice-presidente também terá uma pequena participação. "O risco maior: a volta do bolsonarismo", falará Geraldo Alckmin.
Uma peça de 2 minutos e meio reunirá todas as acusações e críticas que a campanha petista fez a Flávio Bolsonaro. Os petistas dizem que o senador prometeu um tesouraço, colocando em risco programas sociais, defendeu na Justiça o policial que matou uma criança de cinco anos no Rio de Janeiro, a menina Ana Clara, e seria "defensor das milícias". A propaganda lembra que, como deputado, Flávio votou contra o aumento da licença-maternidade e teria sinalizado alterações no fim da escala 6x1.
Sob o mote "com Flávio Bolsonaro o Brasil perde", os petistas citam também o envolvimento do senador com o banqueiro preso Daniel Vorcaro e com o advogado investigado por crimes financeiros e corrupção Willer Tomaz, além do caso da perda da ilha do jogador Richarlison.
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