Ana Paula Siebert desmonta festão de Halloween às pressas devido a chuva: 'Caos'

Ana Paula Siebert, de 38 anos, passou um perrengue com o festão de Halloween que deu para sua filha, na quarta-feira (28). O evento foi realizado na área externa da mansão da modelo e de Roberto Justus, de 71, em São Paulo. Com a chuva inesperada, a megaestrutura com tema Alice no País das Maravilhas foi desmontada, e a comemoração foi levada para o interior da casa.
"Não tem nem onde enfiar esse tanto de gente", disse a anfitriã, que recebeu familiares e amigos, como Bruna Biancardi e as filhas.
"Estava tudo perfeito, tudo incrível, e começou a chover. Não tinha previsão de chuva. Molhou tudo. Botamos todo mundo para dentro de casa... olha o caos!", disse ela em seu Instagram. "Eu tive que desmontar a festa toda!", legendou.
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Ana Paula Siebert tem perrengue com festão de Halloween
"Vicky é acostumada a me ver trabalhar desde que nasceu. Nunca parei, nunca tive meses parada. É uma escolha minha. Tenho que aprender a lidar com isso, e ela também. Quando ela era menor, não entendia muito bem as minhas viagens, sofria um pouco mais. Hoje, ela não sofre mais tanto, por vários motivos. Primeiro, que ela está muito mais madura e já entende melhor as coisas. Converso muito com ela sobre a importância da mamãe trabalhar, que a mamãe tem que viajar, mas a mamãe volta", avaliou.
Siebert também disse que as constantes chamadas de vídeo ajudam a menina a amenizar a falta da mãe. "Quando ela quer falar comigo, eu atendo, até na madrugada", disse.
A modelo mudou a forma de comunicar a ausência à filha. "Eu não aviso mais com muita antecedência. Aviso, tipo, dois dias antes, porque eu sentia que ela sofria mais com a ansiedade de chegar a minha viagem do que de fato com a minha viagem, porque eu vi que ela tem uma rotina muito estabelecida. E é muito mais fácil quando não é uma viagem de pais, quando um dos pais fica. Então, o Roberto está, ele fica, ela tem o apoio do pai", compara.
Ela tem um tipo de calendário para ajudar a menina a entender melhor o seu tempo fora. "Foi um divisor de águas uma tabela que eu faço. Ela deu muita noção de tempo para a Vicky, e ela sofria muito com isso. 'Mas, mamãe, você vai chegar quando?'. Então, ela risca de manhã essa tabela. É o acontecimento do dia, ir lá colar o adesivo, riscar a tabela, e ela tem uma noção de que está acabando. Depois disso, foi muito mais fácil. Ela não chora, entende. Fala: 'Mamãe, falta três dias, eu já risquei dois', e assim vai", explicou.
A distância física não afasta mãe e filha, e o retorno fortalece o vínculo entre elas. "Sou uma mãe muito presente. Quando eu volto, a gente vai tirar uns dias só nossos. No dia das crianças, a gente vai fazer uma viagem, só eu e ela. Tempo de qualidade. Quando você está, está de verdade, e quando tem que viajar, tem que viajar. Acho que um dia ela vai olhar para mim e vai ter muito orgulho de tudo que eu construo. São ônus e bônus, escolhas, mas que têm que ser muito bem administradas para que a criança entenda que isso é uma coisa boa, da melhor maneira", acredita.
Siebert contou que ficar longe da filha também não é fácil para ela. "Sofro mais do que ela. Vou, fico sofrendo, sofrendo, sofrendo. Às vezes, ela está bem, vivendo a vida dela, fazendo as coisinhas dela, e eu tô aqui...", finalizou.
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