Cury avalia rivais, diz que Flávio tenta 'resgatar' pai e critica nova candidatura de Lula
Apesar da crítica, o candidato elogiou o Bolsa Família, que classificou como "um projeto importante", e defendeu mudanças para permitir que beneficiários entrem no mercado formal de trabalho sem perder imediatamente o auxílio. Cury também sugeriu que o benefício seja mantido temporariamente para quem abrir uma microempresa.
Ao avaliar Caiado, Cury disse gostar do governador de Goiás, a quem chamou de amigo e colega médico, e afirmou, em tom de brincadeira, já ter feito um convite para que ele participe de um eventual governo. "Caiado, se eu chegar na Presidência, nós vamos dividir o Ministério da Justiça e o Ministério da Segurança e você vai assumir o Ministério da Segurança e vai ser o xerife do Brasil", relatou. Segundo Cury, Caiado reagiu com risadas à proposta.
Cury afirmou ainda que gostaria de incluir Caiado em seu projeto político, apesar de considerar que a posição mais à direita do candidato do PSD dificulta sua proposta de "pacificar a nação".
Sobre Renan Santos (Missão), Cury acusou o adversário de fazer afirmações "inverídicas" ao associá-lo ao Banco Fictor e ao Banco Master. Disse ser credor da Fictor, e não responsável pela empresa, mas afirmou torcer pelo rival. "Ele é um garoto bom", disse, antes de aconselhá-lo a ter "menos brigas, menos ego e mais gentileza" e apresentar mais projetos.
Ao comentar Romeu Zema (Novo), Cury afirmou que tentou construir uma composição com o ex-governador de Minas Gerais e o elogiou como uma pessoa "humilde" e "boa". Segundo o candidato do Avante, a aproximação não avançou porque o partido de Zema optou por uma candidatura própria, mas ele disse que pretende manter diálogo caso chegue à Presidência.
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