The Daily Newsstand · Free, Always
Sunday, November 1, 2026

Interino do Coritiba, Guila Bossle valoriza força coletiva em vitória que encerra jejum no Brasileirão

Translate

O Coritiba voltou a vencer no Campeonato Brasileiro e encerrou uma sequência de sete rodadas sem triunfos. Após o 2 a 0 sobre o Vitória, neste sábado, no Couto Pereira, o técnico interino Guilherme Bossle destacou a entrega dos jogadores, a organização tática e a confiança do elenco como fatores determinantes para a conquista dos três pontos.

Tinga comemora gol e vitória do Coritiba: "O resultado chegou"

Tinga comemora gol e vitória do Coritiba: "O resultado chegou"

Em sua primeira partida à frente da equipe após a saída de Fernando Seabra, Guila valorizou o comprometimento dos atletas durante a preparação e a execução do plano de jogo. O treinador também dividiu os méritos do resultado com os profissionais da comissão técnica permanente do clube.

— A vitória é coletiva, uma vitória da instituição, do projeto. Estou há três anos e meio no clube e sou muito feliz aqui. Tenho as melhores oportunidades profissionais da minha vida no Coritiba. Existe uma proximidade com os atletas, e isso facilita — afirmou.

Bossle fez questão de destacar o suporte de Reginaldo Nascimento e William Matheus, que trabalharam ao seu lado na preparação da equipe. Segundo ele, a experiência e a proximidade dos dois com o elenco foram importantes para transmitir tranquilidade aos jogadores em um momento de mudança no comando técnico.

— Fiquei muito feliz com o suporte do Reginaldo Nascimento e do William Matheus. Eles trabalharam dentro de campo, têm muito acesso aos atletas e conseguiram transmitir tranquilidade. Nossa comissão técnica permanente trabalha muito para esses momentos, para dar continuidade a todo o trabalho — disse.

Guilherme Bossle, Guila, técnico interino do Coritiba — Foto: Robson Mafra

Organização defensiva e confiança

Um dos pontos ressaltados pelo interino foi o comportamento defensivo do Coritiba. A equipe terminou a partida sem sofrer gols, algo que não acontecia desde a primeira rodada do returno. Guila explicou que o planejamento envolveu diferentes situações de marcação, com alternância entre momentos de pressão e períodos de maior compactação.

— A gente monta o plano de jogo pensando principalmente na organização defensiva. Tem momentos de pressão e momentos em que não estamos organizados para subir a pressão. Os atletas têm total liberdade para subir e baixar, mas precisam fazer isso com critério e bastante organização — explicou.

Tinga comemora com Pedro Rocha e Tiago Cóser o gol do Coritiba — Foto: JP Pacheco/Coritiba

O treinador também reconheceu a contribuição do trabalho desenvolvido anteriormente por Seabra e seus auxiliares.

— Muito mérito do professor Seabra e dos três auxiliares, o Vinicius Rovaris, o Álvaro Martins e Henrique Américo. Às vezes, a gente colhe os frutos de bons trabalhos. Tivemos 21 finalizações e acho que dois gols foram pouco pelo que criamos. É um momento em que procuramos dar confiança aos atletas e fazer com que eles se sintam bem — completou.

A vitória sobre o Vitória representa um passo importante para o Coritiba na reta final do Brasileirão. O time chegou aos 42 ponos, assumiu a 11ª colocação e abriu seis pontos para a zona de rebaixamento. O Coritiba volta a campo na terça-feira, às 21h30 (de Brasília), contra o Internacional, no Beira-Rio, em Porto Alegre, pela 34ª rodada da Série A.

View the original on Globo Esporte →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.