Podemos gostar das Sugababes em 2026? – Sugestões

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Mesmo quando tudo falha, nós não falhamos. Aqui estamos para mais uma dose de sugestões. Bruno Vieira Amaral, vamos começar por ti.
Fantástico!
Tens aqui duas propostas.
Será do bike?
E vamos começar.
Duas ou três?
Eu tenho.
Acho que são três. Vê lá bem. Não, são três. Unabomber.
Vamos começar pelo Unabomber.
O Unabomber não é um grande filme, mas eu digo sempre, coisas da Netflix que sejam um bocadinho acima da média dos filmes da Netflix, ou seja, que não pareçam aquelas coisas com o Ryan Reynolds e com o The Rock, para mim já está muito bom.
E este é um desses casos?
Este é um daqueles casos. Eu estive a ver e fiquei surpreendido. Pensei que ia ser mais uma daquelas banhadas da Netflix e acho que não está mal. Gostei.
É ficção ou documentário?
Este é ficção. É uma coisa de uma hora e meia, pouco mais, nada daquelas três horas.
Uma coisa levezinha para fazer about num terrorista.
Num terrorista. Está bem. Aquilo vai alternando a história do Ted Kaczynski, o conhecido Unabomber, na adolescência, na juventude e depois aquilo que está a acontecer quando estão a fazer a investigação e quando acabam por capturá-lo. A protagonista é a investigadora que vai acabar por conseguir capturá-lo e que é aquela miúda dos Descendentes, do filme com o George Clooney.
Gostei muito desse filme.
Na altura era, eu agora não me lembro do nome dela. Eu até tinha feito essa pesquisa. E eu acho que é uma ótima atriz, está aqui muito bem. Também entra o Russell Crowe num papel relativamente secundário.
É a Shailene Woodley.
Gosto muito. Agora já não é miúda. É uma excelente atriz e aqui também faz um muito bom papel. Fiquei surpreendido, como digo, sempre que a Netflix supera um bocadinho aquela fasquia do filme mentecapto. Ou então com aquela estética que eles têm, que é sempre aquela coisa pavorosa daqueles cores.
É verdade.
E daquele ritmo de montagem. Quando passa isso, para mim já está bom. True Crime, na HBO, não pode faltar.
9/11?
9/11.
Ou é 911?
911.
O outro já tinha um pouco de crime também. Aliás, o Unabomber é uma espécie de Walter White da vida real, que também deixou a vida académica para se lançar numa empreitada.
Com sucesso. Explorando todas as debilidades do sistema postal dos Estados Unidos e mostrando que as pessoas são muito gulosas para ir abrir encomendas sem saber quem é que lhes mandou. Às vezes tem surpresas.
Agora já não.
Mas ouvindo aquela coisa do anthrax depois do 11 de Setembro, também deu que falar.
911.
911. Qual é que é o conceito desta série?
Não sei, mas alguém morre, certeza.
Claro. São chamadas feitas para o 112 lá do sítio, que alguém diz: "Tenho aqui morreu alguém". Ou então: "Tenho aqui a minha mulher que já está muito mal, coitada". São três casos por cada episódio e em que, nos casos, o tipo que faz a chamada é o culpado, é o assassino, é o homicida. Aliás, isso acontece muito frequentemente, é dito logo na introdução, que o principal suspeito, quando as coisas acabam em homicídio, é a pessoa que faz a chamada para os serviços de emergência. E tu ouves, e essa é a piada, entre aspas, da série. Não tem muita piada, mas o gancho da série é: vamos ouvir esta chamada e tu vais dizer: "Achas que ele é o culpado ou não é?" Essa é um pouco a história e o gancho desta série. Meus amigos, isto não é Frederick Wiseman. Não estejam à espera de documentários que mudem a vossa vida.
Não é para a Palma de Ouro.
Não, muito longe. Nem é para ganhar Emmys. Isto é só mesmo para passarem aqui uns 40 minutos muito divertidos a tentar adivinhar se o tipo que fez a chamada é mesmo o culpado.
Ou quiçá adormecerem muito bem.
Também é ótimo. Já adormeci, até à tarde.
Até? Estás a dizer como se fosse uma coisa muito exótica.
À tarde é que eu durmo melhor, devo dizer. Por último, vou agora dar aqui uma de Tiago Pereira. Vou recomendar um livro que ainda não li.
Ora, cá está.
Porque ainda estou a ler "Os Irmãos Karamazov", estou mesmo a chegar ao fim do primeiro volume.
E assim continuarás.
Não, isto está a ser rápido. Eu agrando transportes públicos, meu amigo, portanto o meu ritmo de leitura tem aumentado substancialmente nos últimos tempos. Mas eu estive recentemente nos Açores, em Ponta Delgada, e contactei com este livro.
Pronto, também foste de transportes públicos.
O avião é um transporte público.
Claro, é isso. Se puseres a SATA nesse patamar, sim. O livro chama-se "Segredo", é um romance de Maria Brandão. Às vezes nós não damos uma oportunidade àquelas coisas que nos surgem. Eu já tinha recebido um livro da Maria Brandão, "O Quarto do Pai", que me foi enviado pela editora, pela Companhia das Ilhas, e é aquela coisa: "Um dia vou ler isto". Mas depois, como não tens nenhuma referência, nunca dás uma oportunidade ao livro que está lá na cabeceira ou nas estantes à tua espera. E eu vou dar uma oportunidade a este livro. Por quê? Começa assim a sinopse: "Sueca, bibliotecária e sexualmente ativa, Greta é uma mulher em trânsito por motivos nem sempre claros. Uma vontade instantânea, no logro das imagens online, atira-a de Estocolmo para uma viagem sem itinerário pré-definido, com início em Ponta Delgada."
Ora bem.
Se isto não conquista logo.
É porque não serve para nada.
Estou a falar muito a sério sobre esta coisa das sugestões e do que nos prende a atenção, porque muitas vezes há coisas que nos passam completamente ao lado e que só depois, por exemplo, quando ganham um prêmio ou quando tens um amigo que se lembra: "Olha, aquele livro devias ler." E tu dizes: "Mas eu tenho esse livro lá em casa." E isso acontece mais vezes do que eu queria, porque ando aqui com os Thomas Mann e as "Montanhas Mágicas" e os "Irmãos Karamazov" desta vida e os autores contemporâneos também.
Pois é.
Não estejas a olhar assim para mim.
Eu não estou a olhar. Tens toda a razão, mas é uma escolha que tu fazes, faz um homem livre.
Pronto, era isso que eu queria dizer.
Mas tu com o nível de "commute" que tu fazes diariamente vais ter tempo para ler isto.
Depois vou. Por isso é que eu trouxe isto. Ainda não li, como disse, mas sei que vou ler, porque agora a vida mudou.
Tens tempo.
Tenho aquele tempo.
Isto da baixa da banheira até aqui é como ir de PGV até Paris.
Isto são viagens muito longas.
Susana Romana, tu tens cerca de 700 sugestões.
Tenho quatro sugestões e vou ser muito rápida em todas.
Vamos a isto. Vamos começar por Ondjaki.
Vamos começar por Ondjaki.
Pode ser? Vamos a isso.
Nova edição do "Bom Dia, Camarada", que eu tenho que admitir que nunca tinha lido. Li agora esta edição, que sai 25 anos depois do original.
Desculpe, é mais uma mensagem subliminar pro Pedro Mexer Mendes, não está aqui. Bom dia, camarada, vamos em frente.
Claro. Esta é uma edição que celebra os 25 anos do original, sendo que o original saiu para celebrar os 25 anos de Angola enquanto país independente. Nunca tinha lido e gostei muitíssimo, além de ter o romance que é conhecido, que não é claro até que ponto é autoficção ou não, mas que é sobre um rapaz de classe média a crescer na Luanda dos anos 80, no início da independência. Tem no final uma espécie de um estudo sociológico sobre Angola e tem no início um prefácio escrito pelo próprio autor, ao qual eu achei especial graça, porque ele admite que escreveu o livro em dois meses porque mentiu ao editor. E só quem nunca escreve para ganhar a vida e mentiu sobre um prazo é que não sente ali um grande carinho.
E uma grande empatia.
E uma grande empatia por essa confissão. Continuando em livros, outro livro, novela gráfica. Eu sou muito fã de novelas gráficas.
E bem.
O "Mar de Rosas", do Tomás Sousa, que eu não conhecia o trabalho de todo. Eu leio muitas novelas gráficas e dentro das novelas gráficas de autores portugueses, esta é a minha preferida em muito tempo. Acho que é uma ótima ideia, é uma espécie de um gozo às fotonovelas. Aliás, a capa diz que é uma fotonovela de Tomás Sousa, não é uma fotonovela no sentido em que tudo é desenhado, mas é brincar com as fotonovelas. Inclusivamente, no meio tem anúncios falsos, tem publicidade, que acaba às vezes por ter mensagens subliminares sobre o que é que está na trama da fotonovela propriamente dita, tem artigos de revistas femininas ali pelo meio. Tudo aquilo encaixa muito bem, é muito bem desenhado e é muito bem escrito, porque às vezes acontece os autores desenharem muito bienão escreverem grande coisa. Neste caso, é muito bem desenhado, é muito bem escrito, a ideia é original, está bem concretizada. É uma edição da Pingua, então é um making of do final de como é que ele fez as personagens e gostei mesmo muito deste "Mar de Rosas".
Muito bem. Vamos ao Hamlet, primeiro.
O Hamlet, da Suzy Edit Yzert, que vai estar no Tivoli hoje, segunda-feira, dia 5 de outubro. Suzy Edit Yzert vai fazer todas as 23 personagens do Hamlet. É o texto original de Shakespeare, não é uma adaptação moderninha, é o texto original. Fará todas as 23 personagens. Tenho muita curiosidade com isto, porque gosto muito de Suzy Edit Yzert. Estive a ver, alguns setores estão esgotados, mas outros ainda têm bilhetes, por isso se alguém tiver curiosidade, ainda é possível passar hoje no Tivoli.
Mas vais lá?
Vou.
Sim, senhor.
Alguém já me vai perguntar se eu posso fazer um texto, é isso?
Eu quê? Lá estás tu. Eu quero é ouvir a tua última sugestão.
A minha última sugestão, porque é uma sugestão que nunca ninguém fez, nem fará neste programa. Vim cá só para isso.
Ora bem.
As Sugababes têm uma música nova.
Sugababes.
E eu adoro Sugababes. Eu sei que me fica mal.
Não fica nada.
Eu nunca fui uma pessoa nem de girls band, nem de boys band, com duas grandes exceções, que são as Sugababes e All Saints, que eu gosto muito.
All Saints. Never, never.
Sei a letra disso toda do início ao fim.
Susana, eu só não peço para cantar porque já estamos a ficar sem tempo.
Não temos tempo, senão podíamos cantar.
Mas gosto muito. É uma grande canção.
É uma ótima canção.
Eu acho que o "Round Round" é uma bela cantiga das Sugababes.
Eu gosto muito. Eu acho que as Sugababes têm má fama, porque as duas únicas músicas delas que a maior parte das pessoas conhecem são duas baladas muito chatas. Uma que se chama "To Lose", que está na banda sonora de "Love Actually", e outra que é um dueto com o Sting, que é o "Shape of My Heart". São as duas muito chatas. Ignorem isso. As Sugababes na versão pop bem feito, dançável, um bocadinho imperfeito, um bocadinho arriscado, um bocadinho sujo. Pop bem feito e divertido. Eu continuo a achar que elas são as maiores. Vão ter álbum novo em fevereiro e saiu esta semana um single chamado "Ghost", que eu tenho ouvido em absoluto repeat. Gosto muito, voltaram ao line-up original das Sugababes, porque elas já mudaram muitas vezes.
Olha, eu sou de 98, também não entrava.
Também não entrava. Nas melhores bandas do século XXI, eu infelizmente não posso pôr as Sugababes.
Eu é mais time All Saints. Haverá algum equivalente às Sugababes ou às All Saints? Ou seja, uma coisa que tu podes gostar, mas das boys band, ou não? As boys band que eu me lembro era tudo pavoroso.
Tu podes gostar?
Sim. Take That, Boyz II Men, Backstreet Boys.
Depende, o que é uma boys band? Os Beatles são uma boys band. Podemos fazer uma discussão filosófica sobre o que é uma boys band. Os Arctic Monkeys são uma boys band.
Não sei. Não é fácil.
Não me parece.
Pensemos sobre isso Muito bem. Então já falamos quando acabarmos a gravação sobre esses textos. Agora sou eu. Eu tenho três mensagens de três ouvintes para distribuir. Primeiro, o ouvinte Ricardo Costa, que sugere dois discos portugueses, um que já está disponível, que é o novo álbum dos Glockenwise, chama-se "Vale Tudo para Chegar a Algum Lado", foi editado no dia 23. Eu também recomendo. Basta ouvirem a primeira canção.
Também é sempre para aproveitar as dicas dos outros.
É mesmo extraordinário. E no dia 30 de outubro, eu lembrei bem, vai sair o álbum de regresso dos Cassete Pirata, e ele recomenda já duas cantigas que já não aí, uma chama-se "Abismo" e outra chama-se "Sou Gente". Outra vez, muito obrigado, Ricardo. Forte abraço, como se diz na profissão. Depois, o Alexandre Freitas, que escreveu-nos com uma bela sugestão de tema, que eu não vou aqui divulgar, que é para a concorrência não nos roubar, mas é um bom tema, depois falamos sobre isso mais tarde, e deixa um recado importante para o Bruno Vera Amaral. Diz ele que a Morena Baccarin, e vou citá-lo: "Esplêndida como sempre, está atualmente a fazer uma série chamada Sheriff Country, que passa no Star Channel, em Portugal, e já tem assegurada uma segunda temporada". E ele é tão atento e tão cuidadoso.
Dizer a que horas é que passa o programa.
Não, está classificada no IMDb com 6.8 e 75% no Rotten Tomatoes. Um tempo não é nada mau.
Não é mau. E se tem a Morena Baccarin com esse tipo de rating, para mim, está comprado.
Uma nota sobre o e-mail que recebemos da Helena Cardoso, que escreveu para nos elogiar.
Um valente obrigado. Os outros e-mails não são motivo de agradecimento.
E para agradecer especificamente ao Pedro Bexigente, que não está cá esta semana.
Está sempre connosco.
Por ter sugerido o documentário sobre papas de aveia, que ela também já viu. Recorda, o documentário chama-se "The Golden Spurtle" e pode ser visto no Filmin. É um documentário sobre um campeonato de papas de aveia numa vila escocesa. E a Helena Cardoso viu, gostou muito, agradeceu.
E comeu papas de aveia.
Provavelmente.
"Eu gosto tanto, é tão bom".
"Ai, eu gosto tanto e é tão docinho".
Mais um beijinho.
Muito bem. Maria Ramos Silva, acaba lá isto com classe.
Olha, trago mais música, subscreva essa do Glockenwise também, e o Benjamim, que tem álbum novo, quinto álbum de estúdio. Esta vida não pode ser só Bad Bunny.
Mas também pode ser.
Ai, que não pode?
Sim, mas num mundo Bad Bunny, se pudesse ser um pouquinho mais Benjamim, também não ficava mal.
Benjabunny.
Crónicas do Monte Zeus, aqui com mais uma série de colaborações, incluindo a Lena d'Água, que volta aqui em dueto. Olha, eu não vou dizer muito, isto simplesmente é qualquer coisa como se todas as pessoas fossem fáceis de amar como este álbum, seria tudo muito mais.
Minha nossa senhora, parabéns! Maria Ramos Silva.
Por aqui me fico.
Foste tu que pediste classe.
Depois trago um livro, também muita classe. Um senhor chamado Beppe Fenoglio, que já morreu. Pronto, já é uma coisa antiga também, não é só Oscar Amarsov. Contos, uma edição das edições do Saigón, contra a edição do João Costa e o Rui Miguel Ribeiro. A primeira edição, eu creio que é de 2023, mas eu quando vejo um bom livro, não interessa a data e vou por aí. Enfim, o Beppe Fenoglio é um senhor de quem foi muito difícil reunir os contos. Boa parte da obra dele já é publicada postumamente, ali nos anos 60. Mas é um realista ali na onda do Pavese, que passou a maior parte da sua vida em Alba. E são épicos absolutamente extraordinários sobre a resistência, sobre a guerra, a Segunda Guerra, mas também sobre o mundo rural. Inclui textos como, por exemplo, "Os 23 Dias da Cidade de Alba", publicado originalmente em 61 pela Einaudi, que só por si é uma maravilha. São aqueles 23 dias de resistência e depois em que tudo volta a cair para os fascistas e é absolutamente recomendável. Portanto, se puderem, procurar esta edição das edições do Saigón. Depois, por falar em guerra, outra coisa altamente recomendável para quem estiver em Lisboa, puder passar por aqui, pela Fundação Árpád Sántha Vieira da Silva. Há uma nova grande exposição do Árpád, húngaro de origem, mas que tem uma relação extensíssima com França, mas também com Portugal, obviamente, que viveu ao lado de Vieira da Silva durante cinco décadas. É uma pessoa que também passou por não uma, mas duas guerras. E na Primeira Guerra cumpriu o serviço militar e foi destacado, foi enviado para Zagreb, onde começou por fazer, imaginem, retratos de soldados mortos. Isto, de alguma forma, terá evitado ser enviado para a linha da frente de combate e se calhar não estaríamos hoje a falar da sua extraordinária obra, de tudo aquilo que pode ser descoberto ali entre inéditos, desenho, gravura e pintura, absolutamente extraordinário. Lembra-nos também estes momentos da história. E numa altura em que se fala tanto, vivemos tão em sobressalto, e é compreensível, com a inteligência artificial e o que é que vem por aí. É engraçado, porque também nos faz recuar ali muito a uma fase de fim de século, que ele também acaba por vir desse tempo e por exprimir na sua obra. Nós hoje imaginamos, por exemplo, a Revolução Industrial, não vivemos isso, mas como uma coisa absolutamente prodigiosa e que mudou para melhor a vida de muita gente. Mas é incrível como naquela altura a atmosfera era absolutamente sombria. Nós não temos noção disso. A ideia de tudo aquilo a chegar a emergir, não sei se comparável, porque não vivi esse tempo, àquilo que nós hoje estamos a viver em termos de desassossego em relação à IA. Mas isto para dizer que às vezes também nos acalma pôr as coisas um pouco em perspetiva e ver que antes de nós houve gente que viveu em momentos absolutamente turbadores.
Se isto já era mau.
Isto sempre foi mau. Nunca foi algo recomendável.
Isto é mau, mas atenção, e eu tenho que trazer aqui isto. E já tinha dito. Desculpa, porque eu estive com uma nossa ouvinte nos Açores, que disse que é ouvinte fiel do programa.
Essa viagem aos Açores valeu.
Fez questão de dizer: "As sugestões da Maria são sempre extraordinárias e identifico-me muito com elas".
Um grande beijinho para essa ouvinte.
Olha, o que agora nós precisamos é que nos convidem dos Açores para irmos lá.
Irmos nós todos. Querias.
Enfim, muito bem. Sugestões entregues, rapaziada. Sempre disponíveis em podcast. Sigam-nos e não percam nenhuma destas doses. Nós voltamos na quinta-feira. Até lá.
KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.