Adolescente é apreendido por envolvimento na morte de engenheiro agredido e roubado no litoral de SP

Marcelo participou de uma apresentação da Banda Esquerdantina, em apoio à reeleição do presidente Lula (PT) na madrugada do dia 24 de outubro. Ele se afastou do evento para ir ao banheiro, quando foi agredido e roubado por ao menos sete suspeitos, que fizeram uma live durante o crime.
Acompanhado da mãe, o menor se apresentou no 3° Distrito Policial (DP) de Santos e confessou que estava no local do crime. Conforme apurado pela TV Tribuna, afiliada da Globo, o adolescente teria pego um pertence -- não especificado -- de Marcelo quando ele já estava caído no chão.
Adolescente de 16 anos foi apreendido nesta terça-feira (3), suspeito de integrar o grupo que agrediu e roubou o engenheiro ambiental Marcelo de Oliveira Rocha em Santos (SP) — Foto: Reprodução/Instagram
Ainda segundo a apuração da TV Tribuna, o menor seria um dos suspeitos que aparece em uma bicicleta nas imagens das câmeras de monitoramento. Além dele, a polícia também identificou o outro suspeito que estava em uma bicicleta.
Com esse novo suspeito, nove pessoas foram identificadas pela Polícia Civil, sendo sete adolescentes e dois adultos. Um dos adultos, apontado como responsável pela conta no TikTok usada para transmitir as agressões ao vivo, teve a prisão temporária decretada.
Outros apreendidos

Grupo fez live agredindo e roubando engenheiro que morreu após se afastar de ato pró-Lula
O adolescente mais velho luta boxe e é considerado suspeito de ter dado o soco que derrubou Marcelo. Ele foi localizado em Itariri (SP), após ter fugido para a casa de uma avó.
Marcelo de Oliveira Rocha foi agredido após se afastar de um ato político pró-Lula em Santos — Foto: Redes sociais
A Polícia Civil trabalha para localizar os demais suspeitos. Para os investigados que ainda não foram encontrados, foram expedidos mandados de internação provisória, no caso dos adolescentes, e de prisão temporária, no caso dos adultos.
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), o caso é investigado como latrocínio porque o celular e outros pertences de Marcelo foram levados pelos agressores.
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