Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União) são eleitos senadores por Goiás

Gayer foi o candidato mais votado para o cargo no estado. Gracinha vai exercer o primeiro mandato eletivo da carreira política.
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Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União) foram eleitos senadores por Goiás neste domingo (4). No pleito de 2026, cada eleitor votou em 2 candidatos.
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Gayer, deputado federal desde 2023, é professor e empresário. Ele ganhou projeção pelas redes sociais antes de chegar ao Congresso.
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Gracinha Caiado exercerá seu 1º mandato eletivo. Advogada e pecuarista, ela foi primeira-dama de Goiás e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais.
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Gayer defendeu redução tributária e segurança. Gracinha propôs ações sociais, proteção às mulheres e mandato de 15 anos para ministros do STF.
Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União) são eleitos senadores por Goiás — Foto: Reprodução/Câmara dos Deputados e TV Anhanguera
Em 2026, foram eleitos dois senadores em cada estado e no Distrito Federal, para renovar 54 das 81 cadeiras. Por isso, cada eleitor votou em dois candidatos diferentes.
Gayer chega ao Senado depois de exercer mandato como deputado federal por Goiás. Professor e empresário, ele foi eleito para a Câmara dos Deputados em 2022 e assumiu o cargo em 2023. Antes de chegar ao Congresso, ganhou projeção principalmente por meio das redes sociais.
Para Gracinha, este será o primeiro mandato eletivo. Advogada e pecuarista, ela foi primeira-dama de Goiás durante os mandatos do marido, Ronaldo Caiado, e atuou como presidente de honra da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) e coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais (GPS).
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Campanha
Durante a campanha, Gayer reforçou pautas que já defendia como deputado federal. Entre as bandeiras apresentadas pelo candidato estão a defesa das forças de segurança e das liberdades individuais, a redução da carga tributária, políticas voltadas a alunos da educação especial e a diminuição da burocracia para produtores rurais.
Já Gracinha associou a candidatura principalmente às políticas sociais e de proteção às mulheres. Entre as propostas apresentadas por ela estiveram o confisco de bens de condenados por violência contra a mulher, mudanças relacionadas à assistência social e mandato de 15 anos para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
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