Nobel de Economia premia estudo sobre estabilidade econômica
Eles lançaram as bases do paradigma neokeynesiano, no qual os modelos são construídos a partir de fundamentos microeconômicos, ou seja, de baixo para cima, afirma a organização. Com isso, os resultados econômicos são vistos como fruto de milhões de decisões tomadas no nível microeconômico por famílias e empresas, mudando o paradigma na teoria da política de estabilização.
O trabalho dos laureados proporcionou base teórica para os modelos hoje utilizados por bancos centrais e governos na estabilização contra choques econômicos, crises energéticas e mudanças nos níveis de consumo das famílias, afirma John Hassler, presidente do Comitê do Prêmio em Ciências Econômicas.
O prêmio de economia é o único Nobel que não está entre os cinco originais criados no testamento do cientista sueco Alfred Nobel, falecido em 1896.
Nobel de 2025 premiou estudo sobre inovação e crescimento
Em 2025, o prêmio foi concedido ao americano-israelense Joel Mokyr, ao francês Philippe Aghion e ao canadense Peter Howitt por "terem explicado o crescimento econômico impulsionado pela inovação", afirmou o comitê do Nobel da Real Academia Sueca de Ciências.
Mokyr, de 79 anos, ganhou metade do prêmio "por ter identificado os pré-requisitos para o crescimento sustentado por meio do progresso tecnológico". Aghion, 69 anos, e Howitt, 79, dividiram a outra metade "pela teoria do crescimento sustentado por meio da destruição criativa", comunicou o comitê.
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