Para idosos, Lula prevê ganho real no mínimo; Flávio mira fraudes no INSS

Flávio propõe um modelo de contrato com menor custo na folha de pagamento para estimular a contratação de trabalhadores com 50 anos ou mais desempregados há pelo menos 12 meses.
Na inclusão digital, Lula aposta em capacitação para facilitar o acesso a serviços públicos e reduzir a exposição a golpes. O senador prevê autenticação e acesso por comando de voz ao Gov.br, plataforma de serviços digitais do governo federal, além de um aplicativo de companhia e alerta para idosos que moram sozinhos.
O que Jair fez pelos idosos
Jair Bolsonaro (PL), pai de Flávio, tentou elevar de 65 para 70 anos a idade para receber o BPC integral. A proposta previa pagar R$ 400 dos 60 aos 69 anos, mas o Congresso a rejeitou. Mais tarde, o então presidente sancionou uma lei que facilitou o acesso de mais de uma pessoa da mesma família ao benefício.
Seu governo também liberou o consignado para beneficiários do BPC. Em 2022, os descontos de empréstimos e cartões podiam comprometer até 45% do benefício. No mesmo mandato, Bolsonaro sancionou a Lei do Superendividamento, que criou mecanismos para renegociar dívidas e proibiu pressionar consumidores, especialmente idosos, a contratar crédito.
A reforma da Previdência de 2019 tornou mais exigentes as condições para se aposentar. Entre as medidas de atendimento, a gestão determinou a simplificação da prova de vida do INSS e, durante a pandemia, autorizou até R$ 160 milhões para instituições que acolhem idosos.
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