Derrotado na reeleição ao Senado, Esperidião Amin diz que 'continua torcendo para o sucesso' de SC

Político experiente de 78 anos ficou em terceiro lugar na votação deste domingo (4) ao ser superado por Carlos Bolsonaro e Carol De Toni, do PL.
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Senador Esperidião Amin (PP), que tentava a reeleição, ficou em terceiro lugar.
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Ao comentar o resultado, enalteceu a democracia e afirmou que vai se dedicar ao cargo até o fim do mandato de senador.
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Político já foi governador por dois mandatos e prefeito de Florianópolis.
Esperidião Amin durante discurso — Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
O senador Esperidião Amin (PP) foi derrotado na disputa pela reeleição em Santa Catarina neste domingo (4). Liderança da direita conservadora no estado, ficou em terceiro lugar na corrida pelas duas vagas em disputa, que a partir de 2027 serão ocupadas por Carol de Toni e Carlos Bolsonaro, ambos do PL.
Ao comentar o resultado, Amin enalteceu a democracia e disse esperar melhorias no estado. Também afirmou que se dedicará ao cargo até o fim do mandato em fevereiro de 2027.
"Eu sou um democrata. A democracia se materializa com o voto, com escolha e, claro, você pode debater, comentar, criticar, mas o resultado que vale principalmente do brasileiro. Eu acho que a eleição mais importante é nacional. Continuarei torcendo para o sucesso do meu estado, pelo melhor atendimento possível às necessidades da nossa sociedade, especialmente infraestrutura, saúde, educação de qualidade e um conjunto de fatores que nos levam a ser um estado bem-sucedido", disse.
Amin nasceu em Florianópolis e tem uma longa carreira política. É advogado, administrador e tem doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Já foi governador de Santa Catarina por dois mandatos, prefeito de Florianópolis e também exerceu o posto de deputado federal.
O catarinense de 78 anos perdeu espaço com a chegada do ex-vereador carioca Carlos Bolsonaro, classificado pelos adversários como "forasteiro". A articulação do grupo mais à direita no estado fez com que o PL descartasse uma aliança com Amin. A legenda optou por lançar uma chapa puro-sangue, com Carlos e Carol de Toni nas eleições deste ano.
O nome de Amin foi escolhido para a corrida eleitoral por meio de uma coligação majoritária composta pelos partidos PSD, MDB, PP e União Brasil. Junto a ele, o grupo definiu o deputado estadual Antídio Lunelli (MDB) para disputar a segunda vaga na chapa, que saiu perdedor da disputa.

Carol de Toni (PL) e Carlos Bolsonaro (PL) são eleitos senadores por SC
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