ESPNBarnwell on five important Week 3 losses and their aftermathThe Jerusalem PostIranians stagger under soaring cost of living after seven months of war with the USESPN DeportesAutoridades de Manchester City rebaten veredicto de Premier LeagueBollywood HungamaGondhal team meets Maharashtra CM Devendra Fadnavis, appeals for financial support ahead of Oscar 2027 journeyDaily MaverickStudent protests and French public sector strike heap pressure on MacronRTP DesportoSalvador diz que Sporting de Braga "exige mais" do que o que foi apresentadoPunchMeet Nigerian dancer attempting 168-hour Guinness World RecordBillboardElton John Opens London’s Apple Music Hall With Intimate, Hit-Packed PerformanceVariety‘GMA’ Anchor and Christopher Reeve’s Son Will Reveals Testicular Cancer Diagnosis: ‘I Was Raised to Share One’s Struggles’Egypt IndependentBritain’s PM is on a ‘Burnham bounce.’ When will he fall to earth?Antara NewsJakarta rises to 140th worldwide in Global Cities Index 2026Il Fatto Quotidiano“Mostrava i genitali e si masturbava di fronte a una 18enne”: giudice sospeso dal Csm. Lui: “Solo frasi volgari, mi scuso”
The Daily Newsstand · Free, Always
Tuesday, September 29, 2026

Selecionador Rui Pedro quer revolucionar futebol na Ilha Maurícia

Translate

Dois jogos particulares com o Sri Lanka são os próximos desafios do treinador português, natural de Rosário, no concelho da Moita, que, aos 40 anos, aproveitou a presença do Benfica no país para chegar à seleção, que ficou afastada da Taça das Nações Africanas de 2027 (CAN2027), logo na fase preliminar.

“Eu assumi a equipa depois desses jogos com a Somália”, referiu Rui Pedro, em entrevista à agência Lusa, recordando que, desde então, disputou a Sicilia Cup, em Itália, onde se estreou com uma vitória por 2-1 frente a uma seleção local, em 09 de junho último.

O arranque deste “enorme desafio” com um triunfo foi “muito gratificante”, para Rui Pedro, que sucedeu ao francês Guillaume Moullec no comando da seleção conhecida pelos ‘Dodos’, a extinta ave endémica nesta ilha, a leste de Madagáscar, descoberta por portugueses em 1508, que tinha um metro e quase 20 quilogramas.

“Fiquei muito orgulhoso por ter iniciado a minha experiência como selecionador com uma vitória”, reconheceu o ‘timoneiro’ dos ocupantes do modesto 179.º lugar do ranking da FIFA, detentores de um plantel “metade profissional e outros tantos amadores”.

Para os dois ‘amigáveis’ agendados para sexta e segunda-feira, diante do Sri Lanka, Rui Pedro conta com “apenas três profissionais”, entre os quais o jovem médio de 19 anos Gabriel Caliste, atualmente nos ingleses do West Ham, cuja equipa principal é orientada por Nuno Espírito Santo.

Rui Pedro Castro Casimiro iniciou a carreira de treinador no histórico Vitória de Setúbal, nas camadas jovens, passando, depois pelo Olímpico do Montijo e algumas academias na China, em Henan, antes de rumar aos Estados Unidos, para integrar projetos do Benfica, primeiro, em Atlanta, na Geórgia, e, finalmente, na Maurícia.

“Eu estou no início da minha carreira, com os meus 40 anos, e decidi fazer um caminho um pouco diferente do que é costume, aproveitando as oportunidades no estrangeiro, onde já ganhei algumas coisinhas – uma Georgia State Cup, com os sub-19 do Benfica –, mas, sinceramente, acho que estas experiências enriquecem-me muito mais o currículo do que o que fica escrito no papel”, explicou.

O contacto “com culturas completamente diferentes” desenvolve a “capacidade de adaptação” e promove “diferentes formas de ver o futebol”.

“Eu acredito muito em mim e no que faço e acho que consigo revolucionar o futebol aqui no país”, sublinhou o técnico, apontando como objetivo “mudar a forma de pensar e abordar o jogo”, num projeto que poderá “dar frutos em dois, três ou quatro anos”.

Rui Pedro identifica “algumas dificuldades” nas atuais infraestruturas, que são suficientes para o funcionamento da seleção do país, cuja população ascende a pouco mais de um milhão de habitantes, mas encara com otimismo um esperado investimento estrangeiro, para melhorar as condições de treino.

“As minhas responsabilidades, aqui, vão além do cargo de selecionador nacional. Eu sou responsável por todo o desenvolvimento do futebol neste país, desde as camadas jovens, e, não só das seleções nacionais, mas também dos clubes”, detalhou.

Potenciar o “futebol de rua” – no qual encontra memórias da sua infância em Portugal – é a primeira meta, para, depois, implementar uma metodologia, um modelo de jogo, e tornar a mentalidade ganhadora, com vontade de ter a bola, de controlar o jogo e ambição de vencer”.

Rui Pedro, que como jogador alinhava a médio, tendo vestido as camisolas de Montijo, Vitória de Setúbal B, Alcochetense, Moitense, 1.º de Maio Sarilhense e Olímpico do Montijo, comanda uma equipa técnica formada localmente, que conheceu durante o ano de duração do projeto do Benfica, e na qual acredita.

“Eu conheço bem estas pessoas, a sua forma de trabalhar. Eu fiz boas amizades e confio muito neles e eles também acreditam muito no projeto que eu estou a construir”, assegurou.

Já afastadas da CAN2027, a Ilha Maurícia vai enfrentar a 12.ª edição do torneio de futebol dos Jogos das Ilhas do Oceano Índico, que já conquistaram duas vezes, em 1985 e 2003, nas Comores, já no próximo ano.

“Essa é nossa próxima competição, só depois, virá o apuramento para a CAN2028 – a última antes de se tornar quadrienal – e são esses os nossos próximos grandes desafios”, reconheceu o selecionador da Maurícia, que conta uma única presença na fase final, em 1974.

View the original on RTP Desporto →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.