ESPN DeportesRays supera a Yankees para ganar título del EsteDaily MaverickZelensky says Russia planning new mass attack on UkraineInquirerPolice: No fatalities in Sept. 21 martial law protestsThe Jerusalem PostIDF detains 14 HaBashan Pioneers attempting to infiltrate into Syria, establish settlementsESPNOhtani 'considerably' healthier, expected back in Dodgers' lineup Wednesday한겨레교도소 혐오·기피는 옛말…제천·보은 유치전, 영덕 검토 중Straits Times SportItaly football hopes for new dawn under returning ManciniSportstarIndia A vs Australia A, 1st unofficial Test, Day 2: Live score and updates from Puducherry; Kotian departs as Australia A strike early on Day 2The Indian ExpressOpenAI expands GPT-6 lineup with cheaper Sol and Luna modelsالنهارإيران تقدّم "شروط إنهاء الحرب" لواشنطن... ماذا تضمّنت؟Premium TimesUK joins call to limit UN Security Council vetoسكاي نيوز عربيةاكتمال الاستعدادات لانطلاق "خليجي 27"
The Daily Newsstand · Free, Always
Wednesday, September 23, 2026

Na Assembleia Geral da ONU, Trump espalha ameaças, fala em aniquilar o Irã e em voltar a usar força militar na América Latina

Translate

Faltando seis semanas para as eleições pro Congresso dos Estados Unidos, Donald Trump abriu o discurso com uma mensagem aos eleitores americanos. O presidente diz que já criou mais de 1 milhão de novos empregos e que o mundo sente inveja da economia americana. Esta semana, a aprovação do governo Trump caiu para 32%, o índice mais baixo para o presidente.

A guerra contra o Irã foi o assunto que tomou mais tempo no discurso de quase 40 minutos. Trump acusou o Irã de financiar grupos terroristas e planejar ataques contra países aliados e tropas americanas no Oriente Médio. O presidente reafirmou que nunca permitirá que o governo dos aiatolás tenha uma arma nuclear e diante do representante iraniano, ameaçou aniquilar o país.

"Mas tenho uma grande decisão a tomar... Vou firmar um acordo com o Irã que lhe permita se reconstruir e criar um país muito mais grandioso do que jamais foi, talvez um dos maiores do Oriente Médio ou até do mundo? Ou devo aniquilar a República Islâmica e fazer isso rapidamente, para nunca mais deixar que eles voltem a matar e destruir pessoas e países?", disse Donald Trump.

Na Assembleia Geral da ONU, Trump espalha ameaças, fala em aniquilar o Irã e em voltar a usar força militar na América Latina — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Trump celebrou a captura de Nicolás Maduro em janeiro. O ditador venezuelano está preso em Nova York. Diante da presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, Trump afirmou:

"Nossas ações na Venezuela são uma prova de que os EUA não permitirão mais que ameaças aos americanos se instalem em qualquer lugar do Hemisfério Ocidental".

Trump ameaçou usar a força militar na América Latina:

"E, se necessário, usaremos nosso poderio militar incomparável para garantir os interesses nacionais vitais dos Estados Unidos".

Trump afirmou que depois que voltou à Casa Branca, classificou cartéis de drogas nas Américas como organizações terroristas estrangeiras. O presidente defendeu os ataques contra embarcações de traficantes no Caribe e comparou os cartéis aos terroristas do Estado Islâmico. Trump disse ainda que o México é o epicentro da violência. Ele não mencionou o Brasil.

A delegação cubana se retirou da assembleia quando Trump afirmou que os Estados Unidos buscam uma mudança fundamental na ilha. Trump disse que o secretário de Estado, Marco Rubio, que é filho de dissidentes cubanos, está negociando com o governo comunista. Em outras ocasiões, o presidente ameaçou fazer uma intervenção militar em Cuba. Nesta terça-feira (22), reforçou que está pressionando o regime:

"É a maior pressão que eles já sofreram. É um Estado completamente fracassado. Ele está fracassando como nunca e vai cair".

Sobre inteligência artificial, Trump disse:

"Vamos encorajá-la e não restringi-la. Não vou coibir o crescimento de algo que será maior do que a revolução industrial, ou talvez até do que a internet".

O presidente rejeitou a ideia de criar um sistema global pra controlar o setor.

Na Assembleia Geral da ONU, Trump espalha ameaças, fala em aniquilar o Irã e em voltar a usar força militar na América Latina — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Quem também discursou nesta terça-feira (22) foi o secretário-geral da ONU, António Guterres, que deixará o comando das Nações Unidas em 2026 após uma década no cargo. No último discurso pra Assembleia Geral, ele também falou sobre o futuro da tecnologia. Guterres disse:

"Estamos testemunhando uma transferência de poder dos governos para um punhado de empresas privadas, das pessoas para as máquinas, com a inteligência artificial saindo do controle".

O secretário-geral defendeu a cooperação global no setor para que os países adotem os mesmos padrões de segurança. Ao se despedir, foi aplaudido de pé por quase todas as delegações. A americana não se levantou.

View the original on G1

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.