SP: Prefeitura apura enriquecimento de fiscal que vistoriou prédio que caiu

Em outubro de 2025, conforme publicação no DOC, o advogado de Viviane foi intimado. No despacho é informado que a comissão do inquérito não iria produzir provas orais e, se necessária, haveria a solicitação de nomeação de assistente técnico "a depender das alegações e da documentação eventualmente apresentada pela defesa" em 60 dias, a contar da data da intimação.
Documento de outubro de 2025 também destaca o que seria realizado se encontrada inconsistência patrimonial de Viviane. Nesse caso, caberia à arquiteta provar a licitude dos seus bens e movimentações financeiras ainda durante o andamento do inquérito administrativo. Ainda é apontado que alegar inocência não é suficiente, sendo necessária a apresentação de provas concretas no processo.
O UOL entrou em contato, por telefone, com o advogado de Viviane, citado em despacho de 2025, mas não obteve retorno. Também não foi localizada outra defesa da servidora. O espaço segue aberto para manifestação.
O que diz a Prefeitura
Em nota, a CGM afirmou que a apuração contra a servidora ainda está em andamento e que ela está relacionada a um processo de 2020. Questionada sobre qual ação seria essa de 2020, a gestão municipal não respondeu.
Segundo a Prefeitura de São Paulo, o inquérito administrativo que apura eventual incompatibilidade patrimonial da servidora surgiu após uma sindicância patrimonial. Viviane foi interrogada e sua defesa apresentou manifestação, segundo a gestão municipal.
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