ESPN DeportesMinistro prohibirá que Haití juegue en DominicanaESPNTyler Adams named USMNT captain for new World Cup cycleThe Jerusalem PostCornell University's response to student rape allegations to be reviewed by New York A-G - reportSouth China Morning PostHong Kong to relax ad rules for broadcasters to boost business edge, minister says경향신문[끊는 사람들]⑨ 그 많은 여자들은 다 어디로 갔을까 (상)النهاراجتماع "سري" في كامب ديفيد... مساعدو ترامب يبحثون خيارات المرحلة المقبلةBusiness AMBusiness AM Sudoku’s 03-10-2026ZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFScreen Rant7 Anime That Defined Toonami's Golden AgeDaily MailVictoria Beckham looks emotional as she closes her Paris Fashion Week show while David and the family support from the front row but their estranged son Brooklyn snubs event following the footballer's olive branch中国新闻网中国队夺得亚运会高尔夫女子团体金牌NU.nlCopiloot flydubai eerder geschorst vanwege extremistisch materiaal op telefoon
The Daily Newsstand · Free, Always
Saturday, October 3, 2026

Datafolha: Amigos, redes sociais, igreja e imprensa influenciam mais o voto ao final da eleição

Translate

A influência de amigos, de perfis seguidos nas redes sociais e de líderes religiosos sobre o voto para presidente cresceu às vésperas do primeiro turno, mostra pesquisa Datafolha divulgada na sexta-feira (2).

Nos três casos, a parcela de eleitores que diz considerar, muito ou pouco, a opinião desses grupos subiu 7 pontos percentuais em relação a julho. Os amigos próximos passaram de 36% para 43%, as redes sociais, de 32% para 39%, e os líderes da igreja, de 23% para 30%.

O Datafolha perguntou aos eleitores quanto a opinião de seis grupos de pessoas pesa no voto para Presidente da República: amigos próximos, cônjuge ou namorado, filhos, pessoas seguidas nas redes sociais, jornalistas e líderes da igreja. Os entrevistados responderam se há muita, um pouco ou nenhuma influência.

A influência de jornalistas e profissionais da imprensa no voto para o Executivo federal oscilou 4 pontos para cima, no limite da margem de erro. Em julho, 38% diziam que essas pessoas teriam muita ou um pouco de influência. Agora, são 42%.

Já a influência da família pouco mudou. O companheiro ou a companheira pesa na decisão de 41% de quem vive um relacionamento estável, ante 38% em julho, variação dentro da margem de erro. Entre os eleitores com filhos de 16 anos ou mais, 37% dizem considerar a opinião deles, índice praticamente igual ao anterior (36%).

Apesar dos avanços, a maioria ainda diz, em todos os seis grupos testados pelo instituto, que a opinião deles não terá nenhuma influência na escolha.

Foram realizadas 2.506 entrevistas distribuídas em 152 municípios. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é 95%. A pesquisa está registrada sob o número BR-08039/2026.

Entre os amigos próximos, 20% dos eleitores esperam muita influência e 23%, um pouco, ante 16% e 20% em julho. Outros 55% descartam qualquer efeito dessas opiniões sobre o voto, contra 62% na rodada anterior.

No caso das redes sociais, 19% dizem que os perfis que seguem terão muita influência, e 20%, um pouco. Em julho, eram 15% e 17%. A parcela que nega que essas pessoas interfiram na decisão caiu de 62% para 54%.

Os líderes religiosos seguem como o grupo de menor peso. São 16% que veem muita influência e 14%, um pouco, contra 13% e 10% em julho. Outros 61% dizem que ela será nula, ante 67%, e 7% afirmam não ter líderes religiosos ou não frequentar igreja, mesmo índice de dois meses atrás.

Na parcela de católicos, cuja margem de erro é de 3 pontos percentuais, 31% dizem que líderes religiosos têm muita ou alguma influência em seu voto, e entre evangélicos esse índice é de 39%, e margem de erro de 4 pontos.

A imprensa divide o eleitorado igualmente entre quem fala em muita influência (21%) e quem fala em um pouco (21%). Em julho, eram 17% e 21%. Outros 54% dizem que a opinião de jornalistas não mudará seu voto, ante 58%.

Entre quem vive um relacionamento estável, a parcela que vê muita influência do companheiro ou da companheira oscilou de 20%, em julho, para 24%. Já a dos que falam em um pouco de influência teve oscilação negativa, de 18% para 17%. Outros 58% dizem que a opinião do parceiro ou da parceira não pesará, contra 60% na rodada anterior.

Para os pais de filhos com 16 anos ou mais, a opinião deles pesa muito para 22% e um pouco para 15%, ante 21% e 15% na rodada anterior. Outros 61% afirmam que o que os filhos pensam não interfere na escolha, contra 62% em julho.

Homens e mulheres

Os homens dizem ser mais influenciados do que as mulheres na escolha do presidente, e a diferença é maior quando se trata de pessoas próximas. Entre eles, 48% afirmam que a opinião de amigos próximos terá influência no voto, contra 39% entre elas.

A distância é ainda maior no caso do cônjuge. Entre os que vivem um relacionamento estável, 46% dos homens dizem considerar a opinião da companheira ou do companheiro, ante 36% das mulheres, uma diferença de 10 pontos.

Nos demais grupos, a vantagem masculina fica no limite ou dentro da margem de erro. Pessoas seguidas nas redes sociais (42% contra 36%) e a imprensa (45% contra 39%) têm 6 pontos de distância entre os gêneros. Já filhos (39% e 35%) e líderes religiosos (32% e 29%) registram empate técnico.

A margem de erro para a segmentação por gênero é de 3 pontos percentuais.

View the original on UOL →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.