RTP DesportoUS Open: Auger-Aliassime fica pelo caminho, Cobolli e Fritz em frenteInquirerRainfall helps reduce air pollution from Indonesia wildfire – PagasaDaily MaverickTHE A-Z OF VENISON: Annatjie Reynolds, a Karoo legend in her own lifetimeThe Jerusalem PostRuth Bar breaks silence on her 1993 affair with Netanyahu, his early political rise - interviewוואלהגבר בן 57 נפל מסולם באילת ופונה לבית החוליםХабрКак экономить, оплачивая зарубежные AI подписки со счёта компанииSky TG24Dormire nella storia, viaggio tra gli hotel più esclusivi nei Sassi di MateraUOLEmbraer recebe pedidos de mais oito E190-E2 do Japão7sur7Troisième agression en un an pour le journaliste congolais Claude Pero LuwaraFotogramasClint Eastwood: "Lo digo con todo el respeto del mundo, pero sé de lo que hablo cuando digo que nunca hay que confiar en nadie en una película italiana"VilaWebDeu intoxicats per monòxid de carboni a la bodega d’un vaixell al port de BarcelonaSouth China Morning PostLouis Koo’s production firm disputes HK$149m lawsuit, says claim ‘incomplete’
The Daily Newsstand · Free, Always
Friday, September 4, 2026

Fitch decide rating português e pode melhorar classificação

Translate

A Fitch deve avaliar nesta sexta-feira a dívida soberana de Portugal, com os analistas ouvidos pela Lusa a considerarem que a evolução favorável dos indicadores macroeconómicos deixa margem para uma melhoria da notação, depois da manutenção registada em março.

Em março, a agência de notação financeira manteve o ‘rating’ da dívida de Portugal em ‘A’, melhorando o ‘outlook’ (perspetiva) para positiva.

Neste sentido, o diretor de Investimentos do Banco Carregosa, Filipe Silva, considerou em declarações à Lusa que há condições para a Fitch “poder subir o ‘rating’ de Portugal na próxima revisão”.

No entender do analista, há três fatores que contribuem para essa possibilidade: redução sustentada da dívida, crescimento económico mais robusto e uma posição orçamental relativamente sólida.

Filipe Silva recordou que a trajetória da dívida pública é “um dos fatores centrais” na avaliação e, nesse sentido, apontou que Portugal “continua a registar uma redução do rácio da dívida pública”.

“O crescimento económico está também a revelar-se melhor do que a agência antecipava em março, enquanto a situação orçamental permanece significativamente mais favorável do que a da maioria dos soberanos com ‘rating’ A”, acrescentou.

Já o analista de mercados da XTB João Cruz sublinhou à Lusa que apesar dos indicadores favoráveis, as agências de notação financeira “tendem a adotar uma postura conservadora e prudente”.

“É prática comum aguardarem por marcos estruturais decisivos, como a apresentação da proposta do Orçamento do Estado para o próximo ano (cuja entrega na Assembleia da República ocorre até 10 de outubro), para terem a certeza de que a trajetória de redução da dívida se mantém inalterada”, apontou, registando que o contexto macroeconómico europeu, que tem sido marcado pelo abrandamento noutras economias centrais, “pode pesar na decisão final”.

Desta forma, “a expectativa central” deste analista aponta para a manutenção atual do ‘rating’ na nota A. “A existir alguma alteração nesta fase, considero que a revisão técnica lógica seria a concretização de uma subida da nota soberana para A+”, acrescentou.

Além disso, destacou ainda a evolução do avanço homólogo do PIB de 2,4% no primeiro trimestre, para 2,5% no segundo trimestre.

Quanto às perspetivas, o analista da XTB não antecipa qualquer revisão, uma vez que a Fitch já atribuiu a Portugal uma perspetiva positiva desde a avaliação de março.

Quando uma agência já tem o ‘outlook’ fixado num patamar positivo, o passo seguinte e natural na sua escala de avaliação é a subida efetiva da nota soberana (a referida passagem de A para A+) e não uma nova alteração da perspetiva. Contudo, perante o atual enquadramento europeu e o calendário orçamental nacional, a manutenção do atual patamar ‘A/Positivo’ surge globalmente como o cenário mais prudente e provável para esta avaliação de setembro”, considerou.

Na semana passada, a Standard & Poor’s decidiu manter o ‘rating’ de Portugal em A+, e a perspetiva como positiva, devido à “resiliência do crescimento económico”, ainda que antecipando um défice orçamental este ano.

Esta divulgação da S&P marcou o arranque da segunda ronda de avaliações à dívida portuguesa, depois de todas as agências de notação financeira que seguem Portugal terem mantido inalterado o ‘rating’, mas com algumas a melhorar a perspetiva de estável para positiva.

Apenas a DBRS agendou três revisões do ‘rating’ de Portugal este ano, mantendo a classificação inalterada nas duas decisões já publicadas, enquanto as restantes agências têm previstas duas avaliações da dívida soberana portuguesa.

O ‘rating’ é uma avaliação atribuída pelas agências de notação financeira, com grande impacto para o financiamento dos países e das empresas, uma vez que avalia o risco de crédito.

View the original on Observador Desporto

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.