Mãe de menina que morreu por milkshake contaminado vive luto após 3 anos

Câmeras de segurança registraram o momento em que o então operador do café, Baris Yucel, preparou a bebida em um liquidificador que não havia sido lavado após o uso anterior. A investigação concluiu posteriormente que a bebida sofreu "contaminação cruzada com resíduos de avelã".
A família pede a criação de um selo específico para controle de riscos de alergia. Eles defenderam no programa britânico que a classificação atual da FSA (Agência de Normas Alimentares do Reino Unido) não avalia o controle de alérgenos de forma isolada.
Quando você vê uma avaliação de cinco estrelas em uma loja, você sente que está seguro Chanel Spence, mãe de Mia, em entrevista ao programa Good Morning Britain
A advogada da família, Angela Bruno, denunciou a ausência de tabelas de alérgenos no local em vistorias anteriores. Segundo ela, o estabelecimento continuou recebendo a nota máxima de higiene da FSA mesmo após omitir os avisos obrigatórios e falhar em inspeções posteriores.
Mia faleceu em 2023, e eles foram lá novamente. Ainda sem tabela, sem avisos de alergia, e outros problemas foram apontados em relação à contaminação Angela Bruno, advogada da família, ao programa Good Morning Britain
Ainda ao programa britânico, Spence disse que o luto ainda é uma parte central de suas vidas. "Isso não muda nada, sabe? Ela é o nosso dia a dia", disse.
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