PT sobe tom e diz que Brasil será dominado por milícias e tráfico se Flávio for eleito

A propaganda do PT também acusa Flávio de ter sido um funcionário fantasma em Brasília antes de ele ser eleito deputado estadual do Rio em 2003.
"Seu primeiro emprego, arranjado pelo pai, foi de funcionário fantasma em Brasília. Ele tinha um cargo de 40 horas por semana, mas não trabalhava nenhuma porque fazia faculdade e estágio presenciais no Rio de Janeiro", diz a inserção.
O PT também disse na propaganda, sem apresentar provas, que Flávio sempre foi "ligado às milícias" citando o caso da homenagem feita na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), proposta por Flávio em 2005.
"Flávio Bolsonaro sempre foi ligado às milícias. Flávio já defendeu, já homenageou milicianos e até empregou a mãe e a mulher de um miliciano, Adriano da Nóbrega, o líder do escritório do crime, o maior grupo de matadores de aluguel do Brasil", disse.
Outra acusação feita pela propaganda do PT, intitulada "Perigo: assista antes de votar", diz que Flávio usou os milhões de reais enviados pelo dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para financiar conspirações dos Estados Unidos contra o Brasil.
"O menino que começou como funcionário fantasma, o deputado da rachadinha, o operador da milícia, tudo isso leva Flávio Bolsonaro ao centro do maior escândalo de corrupção do Brasil. O destino do dinheiro, ao que tudo indica, era financiar uma conspiração contra o Brasil nos Estados Unidos", disse a propaganda.
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