ESPNFollow live: Love, Packers bidding for TNF win over PanthersLe Devoir«Flo des rives»: à fleur de flotsESPN DeportesPanthers no se rinden en Green BayPunchDON’T PUBLISH PLEASE: NGE defends Obi’s conference participation, denies partisanship한겨레‘엑스맨 자비에 교수’ 패트릭 스튜어트, 86살 나이로 별세Би-би-сиВойна в Украине: в Днепре 14 человек погибли при ударе по железнодорожному вокзалу; омбудсмены России и Украины выехали в АлешкиZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudioSky TG24X Factor 2026, chi è stato eliminato al secondo Live ShowNew Straits TimesMaresca braced for another tough test in Brighton repeat경향신문‘컬러풀’→‘파워풀’→‘?’···대구시, ‘도시브랜드’ 시민 인식 조사GIGAZINEGeminiのチャット内で文書ファイルや表計算データを作成して直接編集可能にThe Indian ExpressRonaldo hits 15-minute hat-trick for Al-Nassr, moves 15 shy of 1,000 goals
The Daily Newsstand · Free, Always
Friday, October 30, 2026

Fachin devolve caso INSS para Mendonça, mas mantém controle sobre Master

Translate

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, decidiu nesta quinta-feira (29) devolver ao ministro André Mendonça as investigações ligadas ao escândalo do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), mas manteve sob a Presidência da corte os procedimentos relacionados ao Banco Master.

A decisão encerra, ao menos em parte, um impasse que se arrastava desde 12 de setembro, quando Fachin determinou a remessa dos casos à Presidência do Supremo em meio à crise interna na corte. Desde então, Mendonça deixou de decidir nos processos, enquanto pedidos de investigados e medidas das próprias apurações ficaram paralisados.

No caso do INSS, Fachin afirmou que não há, até o momento, elementos concretos que justifiquem a manutenção dos autos na Presidência. A PGR (Procuradoria-Geral da República) não identificou indícios suficientes de envolvimento de ministros da Corte nos fatos analisados, o que levou o presidente da corte a restabelecer a relatoria de Mendonça.

"Essa conclusão não importa afirmação definitiva acerca da inexistência de conexão processual, tampouco antecipa qualquer juízo sobre os fatos investigados ou sobre as pessoas eventualmente envolvidas. Significa, apenas, que a permanência de procedimentos investigatórios na Presidência exige fundamento concreto e atual, cuja demonstração não se verifica, por ora, em relação às investigações referentes à denominada 'Operação Sem Desconto'", escreveu o ministro.

A situação é diferente no caso Master. Fachin decidiu manter por até 90 dias na Presidência os procedimentos ligados à Operação Compliance Zero, diante da necessidade de esclarecer referências a integrantes do Supremo e de definir, no Plenário, os limites da competência para a condução das investigações.

Até lá, a Presidência poderá analisar apenas medidas urgentes, enquanto o tribunal discute quem deverá ficar responsável pelos casos.

View the original on CNN Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.