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Tuesday, November 3, 2026

Trump critica democratas e diz que eleição é a mais importante da vida

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O presidente americano, Donald Trump, discursou em Washington na véspera das eleições de meio de mandato, em evento realizado diante do espelho d'água do Lincoln Memorial.

O discurso foi descrito como o último ato presencial de campanha de Trump em favor dos candidatos republicanos na capital americana, e descreveu os candidatos democratas como "extremistas".

Uma parte considerável da fala foi dedicada a justificar a reforma realizada no espelho d'água do Lincoln Memorial, obra que gerou grande polêmica.

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Segundo relatos, Trump quis pintar o espelho d'água de azul, o que provocou uma proliferação de algas e obrigou o local a ser coberto temporariamente.

O espaço é historicamente simbólico nos Estados Unidos — foi palco de discursos célebres, como o de Martin Luther King na década de 1960 — e sua interdição impediu que visitantes da capital pudessem contemplar o local.

Trump alegou que o espelho havia sido alvo de vandalismo para justificar a intervenção.

Críticas aos democratas e eleições de meio de mandato

Após os primeiros 15 minutos dedicados à obra, Trump voltou sua atenção para as eleições.

Ele afirmou que as eleições de meio de mandato seriam "as mais importantes de nossas vidas" e partiu para um ataque direto aos candidatos do Partido Democrata.

"O Partido Democrata indicou a lista de candidatos mais extrema e perigosa da história americana. Esses são os candidatos mais perigosos já lançados", declarou Trump.

Em seguida, convocou os eleitores: "Com o seu voto, vamos decidir se esses extremistas receberão poder ou não."

As pesquisas apontavam, naquele momento, um cenário favorável aos democratas na disputa.

Caso conquistassem a maioria no Congresso, os democratas teriam acesso a ferramentas para pressionar Trump, como a abertura de investigações contra ele e integrantes de sua família, a convocação de autoridades do governo federal para prestar depoimentos e até mesmo a abertura de novos processos de impeachment.

Embora a remoção do cargo seja considerada improvável, o mecanismo foi apontado como um instrumento de pressão política capaz de influenciar a opinião pública e afetar a imagem do Partido Republicano nas próximas eleições presidenciais.

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