ESPNNFL refs union to challenge severity of 2 officials' suspensionsESPN DeportesCroacia sorprende a España y se adelanta con gol tempraneroThe Jerusalem PostBiden aide McGurk says Washington had no warning of Oct. 7, reveals how war shook White HouseFootball ItaliaBonucci: ‘Vialli’s words got inside you’ and were decisive at EURO 2020BBC NewsMan charged with GP's murderZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudioRFIL’Américain Paramount finalise le rachat de Warner Bros pour créer le géant SkydanceStraits Times SportRonaldo accuses coach Jesus of broken promises but leaves Portugal return openRolling StoneWatch Future Weld Together an Animatronic in ‘Build a Bitch’ VideoRTP DesportoBenfica recebe Sporting na Luz na Liga feminina de futebol em 24 de outubrokickerLIVE! Perisic mit dem Tor, Matanovic mit der Großchance - Kane trifft in seinem 125. SpielGuardian SportEngland v Czechia: Nations League football – live
The Daily Newsstand · Free, Always
Tuesday, October 6, 2026

Com patrimônio de US$ 1 bilhão, Messi vai fazer algumas marcas 'chorarem' com sua despedida

Translate
RESUMO +

A despedida de Lionel Messi da seleção argentina, em amistoso contra o Benim nesta terça-feira, 6, esgotou em 90 minutos ingressos de até R$ 1,6 mil para o Estádio Monumental de Núñez. A fornecedora de material esportivo Adidas lançou produtos comemorativos, enquanto especialistas em marketing esportivo avaliam que a saída da seleção não deve reduzir as receitas do jogador.

A despedida de Lionel Messi da seleção argentina ultrapassou o aspecto esportivo e se consolidou como um dos maiores marcos econômicos da história do esporte. O anúncio do último amistoso do craque com a camisa albiceleste, diante do Benim, nesta terça-feira, transformou Buenos Aires no centro de movimentação financeira.

O impacto da despedida foi percebido imediatamente na venda de ingressos para o Estádio Monumental de Núñez. As entradas, que chegaram a R$ 1,6 mil, foram esgotadas em apenas 90 minutos.

Além da bilheteria, o adeus de Messi impulsiona o mercado de patrocínios e ativações comerciais. Parceiras históricas do jogador prepararam ações exclusivas para o evento. A Adidas, fornecedora oficial de material esportivo, lançou uma linha comemorativa de uniformes e chuteiras com detalhes dourados para celebrar a trajetória do argentino.

Ao mesmo tempo, a Associação do Futebol Argentino (AFA) organizou, ao lado de patrocinadores master, a Fan Fest oficial "Gracias, Leo", nas proximidades do estádio. O espaço contará com telões, shows e experiências patrocinadas por empresas dos setores de bebidas e tecnologia, funcionando como ponto de encontro para os torcedores que não conseguiram ingressos.

A mobilização também alcançou as plataformas digitais. Nas redes sociais, a hashtag oficial da despedida dominou as discussões em dezenas de países e gerou bilhões de impressões em poucas horas, reforçando o alcance global da marca Messi.

A dúvida que surge agora é sobre os impactos da aposentadoria da seleção argentina na relação do jogador com as marcas.

Messi e o mercado

Segundo dados da Bloomberg, Messi acumulou mais de US$ 700 milhões em salários e bônus desde 2007. Considerando receitas de investimentos e patrocínios, o patrimônio líquido do argentino ultrapassou US$ 1 bilhão, de acordo com o ranking de bilionários da Bloomberg.

O valor o coloca ao lado do antigo rival Cristiano Ronaldo, que se tornou o primeiro bilionário do futebol após assinar com o Al-Nassr, da Arábia Saudita, em 2023.

Nas redes sociais, Messi é a segunda personalidade mais seguida do Instagram, com 516 milhões de seguidores, atrás apenas de Cristiano Ronaldo, que soma 679 milhões. De acordo com a Forbes, o argentino pode faturar cerca de US$ 2,7 milhões por publicação patrocinada na plataforma.

No mercado publicitário, Messi tem pelo menos 11 grandes contratos de patrocínio. Entre eles está o acordo vitalício com a Adidas, estimado em US$ 25 milhões por ano. Outra parceria de destaque é com a Apple, responsável pelas transmissões da MLS.

Para especialistas em marketing esportivo, a saída da seleção não deve representar perda de receitas para o atleta.

“A aposentadoria da seleção argentina não significa a aposentadoria comercial de Messi. Os grandes contratos pessoais tendem a continuar porque as marcas não compraram apenas o jogador da seleção, compraram um dos maiores ícones da história do futebol. A narrativa agora migra de performance e conquistas para legado, longevidade e influência global. Messi deixa de ser apenas um atleta em atividade pela Argentina para se transformar definitivamente em uma marca atemporal, e isso pode manter seu valor comercial em altíssimo nível por muitos anos", analisa Fábio Wolff, sócio-diretor da Wolff Sports e especialista em marketing esportivo.

"Messi consolidou-se como uma marca global que transcende os campos e os ciclos de sua carreira, atingindo o patamar de lendas como Michael Jordan e Serena Williams, cujo impacto comercial se mantém intenso mesmo após a aposentadoria. Seu legado, evidenciado pelo contrato vitalício com a Adidas e sua atuação no crescente mercado norte-americano pelo Inter Miami, desloca a narrativa comercial das convocações da seleção argentina para a celebração de sua história. Essa transição abre caminhos para que marcas se associem à sua trajetória simbólica, enquanto abre espaço para que novos patrocinadores apostem na próxima geração de atletas em ascensão", explica Thiciana Simão, CEO e cofundadora da AdSports.

"A aposentadoria da seleção não deve representar uma perda comercial para o Messi. A imagem dele já está em um nível de consolidação que transcende o atleta em atividade: ele passa a ocupar uma camada ainda mais valiosa como símbolo global. Na prática, pode até abrir novas oportunidades, já que uma agenda mais flexível permite ampliar presença em ativações, campanhas e projetos de marca. Esse movimento tende a se intensificar quando ele também encerrar a carreira nos clubes, transformando seu legado esportivo em um ativo comercial de longo prazo", pontua Wagner Leitzke, Head de Desenvolvimento de Negócios da Agência End to End.

As principais parcerias comerciais de Messi

Empresa/MarcaValor do contratoDetalhes da parceria
AdidasUS$ 25 milhões por anoParceira de Messi desde 2006. Em 2017, assinou um contrato vitalício com o jogador. Além do valor fixo, o argentino recebe royalties e participações nas vendas de produtos com seu nome.
Apple (Apple TV)US$ 50 milhões por anoAcordo associado à ida de Messi para os Estados Unidos. O jogador recebe uma porcentagem da receita gerada por novas assinaturas do MLS Season Pass.
PepsiCo (Pepsi, Gatorade e Lay's)Não divulgadoEstima-se que o conjunto de marcas do grupo renda milhões de dólares anuais. Messi participa das principais campanhas globais da companhia.
Anheuser-Busch InBev (Budweiser e Michelob Ultra)Não divulgadoMessi é uma das principais peças das campanhas de marketing da Michelob Ultra.
MastercardNão divulgadoAcordo plurianual no qual Messi atua como um dos embaixadores globais da marca.
BitgetUS$ 6,7 milhões por anoContrato firmado com a corretora de criptoativos para promover a exchange.
Socios.comUS$ 20 milhõesValor total de um contrato de três anos firmado durante o período em que atuava pelo PSG, mantido em ações ligadas a fan tokens e engajamento de torcedores.
Louis VuittonUS$ 1,7 milhão por anoMessi é embaixador das campanhas das linhas masculinas e de viagem da grife francesa.
Hard Rock InternationalNão divulgadoParceria ligada a restaurantes, hotéis e produtos licenciados, incluindo o "Messi Burger".
PUBG Mobile / Epic GamesNão divulgadoLicenciamento de imagem para ativações promocionais e skins dentro dos jogos.
Lowe'sNão divulgadoAcordo comercial voltado ao mercado norte-americano após a mudança de Messi para a Flórida.
Stanley 1913Não divulgadoParceria recente focada no mercado dos Estados Unidos após a transferência para o Inter Miami.

'Perguntas frequentes'

Quando será a despedida de Lionel Messi da seleção argentina? +

O último amistoso de Lionel Messi pela seleção argentina será contra o Benim nesta terça-feira, 6, no Estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires.

Quanto custaram os ingressos para a despedida de Messi? +

Os ingressos para a despedida de Lionel Messi chegaram a R$ 1,6 mil e se esgotaram em apenas 90 minutos.

Quais ações comerciais foram preparadas para a despedida de Messi? +

A fornecedora de material esportivo Adidas lançou uma linha comemorativa de uniformes e chuteiras com detalhes dourados. A Associação do Futebol Argentino e patrocinadores também organizaram a Fan Fest “Gracias, Leo”, com telões, shows e experiências de marcas dos setores de bebidas e tecnologia.

Qual é o patrimônio de Lionel Messi? +

O patrimônio líquido de Lionel Messi ultrapassa US$ 1 bilhão, de acordo com o ranking de bilionários da Bloomberg. Segundo a Bloomberg, o argentino acumulou mais de US$ 700 milhões em salários e bônus desde 2007.

Quanto Messi pode ganhar por uma publicação patrocinada no Instagram? +

Lionel Messi pode faturar cerca de US$ 2,7 milhões por publicação patrocinada no Instagram, segundo a Forbes. O jogador soma 516 milhões de seguidores e ocupa a segunda posição entre as personalidades mais seguidas da plataforma.

A saída da seleção argentina pode reduzir as receitas de Messi? +

A saída da seleção não deve causar perda comercial para Lionel Messi, avaliam Fábio Wolff, da Wolff Sports, Thiciana Simão, da AdSports, e Wagner Leitzke, da Agência End to End. Segundo os especialistas, a imagem global, o legado esportivo e uma agenda mais flexível podem sustentar contratos e abrir novas oportunidades para o jogador.

View the original on Exame →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.