The Jerusalem PostTrump dismisses report China entities helped Iran before attack that killed US troopsESPNWeek 1 winners and losers: Caleb Williams, Josh Allen shine; Ja'Marr Chase disappointsDaily MaverickTrump says he is removing U.S. tariffs on Irish whiskeyESPN DeportesWilliams vuelve a aparecer para Dallas y el partido entra en ebulliciónוואלהאינדונזיה: 129 בני אדם עדיין נעדרים לאחר שספינת נוסעים התהפכהEl ComercioSinuano EN VIVO hoy: Números ganadores del domingo 13 de septiembreNew Straits Times#HEALTH: Less water, more kidney stonesMintDelhi on IMD's alert as city braces for rainy season's last few wet spells — monsoon to withdraw soonThe Japan TimesGroup lending cars for free to disaster victims struggles to meet demandRapplerLIVE UPDATES: First BARMM parliamentary electionsSoompiStray Kids’ Han Makes Meaningful Birthday DonationWirtualna PolskaKorea Północna pręży muskuły. Reżim pochwalił się pociskami
The Daily Newsstand · Free, Always
Monday, September 14, 2026

Guerrilha interna expõe vísceras do STF em franca decomposição

Translate

Cristiano Zanin, um dos membros da facção de Moraes, deu de ombros para Mendonça. Ordenou à PF a remessa do conteúdo do celular de Vorcaro ao seu gabinete. Além dele, Gilmar Mendes e o próprio Moraes exigem saber tudo o que o telefone do dono do falecido Banco Master tem a dizer.

Insatisfeito com tudo, Moraes pediu a Fachin algo mais. Quer que o presidente do Supremo levante o sigilo de um pedaço específico do inquérito sobre o Master. Refere-se à rede de pagamentos do banco. As transferências foram expostas em relatório do Coaf. Mendonça retarda desde março o pedido da PF para apalpar esses dados.

Flávio Dino abriu uma trincheira nova. Retirou em pleno domingo o sigilo das investigações sobre o desvio de emendas parlamentares para a cinebiografia de Bolsonaro. Citou a decisão em que Mendonça jogou no ventilador as mensagens de Vorcaro a Moraes. Mencionou a ordem de Fachin que abriu os dados do caso Master. Irônico, concluiu: há uma "viragem jurisprudencial em curso à qual devo me adaptar, em homenagem ao princípio da colegialidade".

Moraes acusou Mendonça de induzir a PF a produzir o relatório que o empurrou para o cadafalso. Dino ecoou a acusação. E insinuou haver um viés bolsonarista na seletividade. Ele anotou em seu despacho: "A autoridade estatal passa a escolher alvos, de acordo com amizades e inimizades, ou outros interesses ilegítimos, tais como 'agradar' detentores de poder econômico ou político, alimentar passeatas e outros 'espetáculos', ou mesmo gerar ganhos financeiros".

A sucessão de aberturas de sigilo, estimulada pela pressão da falange pró-Moraes, expõe uma tática inconfessada. É como se o grupo desejasse tornar o julgamento da próxima terça-feira amplo o bastante para desestimular a investigação de uma única toga.

O resultado do julgamento é incerto. Mas a guerrilha expõe um drama que sobreviverá ao desfecho do caso Moraes-Vorcaro. As vísceras do Supremo entraram em fase de franca decomposição. A restauração da cordialidade e da colegialidade levará tempo. Muito tempo.

View the original on UOL

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.