Campanha de Flávio Bolsonaro volta a acionar Nunes Marques diretamente sobre ‘Exército de Lula’; PT contesta pedido

Defesa de Flávio sustenta que a Meta ignorou coordenação em rede de milhões de seguidores; último pedido direto da campanha de Flávio à presidência do TSE sobre o canal levou a guerra de liminares entre ministros.
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A defesa de Flávio Bolsonaro acionou o ministro Kassio Nunes Marques sobre o canal 'Exército do Lula'. O pedido exige esclarecimentos da Meta.
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O caso do canal já é analisado pelo corregedor-eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. A campanha de Flávio iniciou a ação em 7 de outubro.
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Cueva derrubou a decisão inicial de Nunes Marques. O presidente do tribunal deu liminares sobrepondo-se ao corregedor 2 vezes.
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A coligação de Lula contestou a nova petição, solicitando o indeferimento integral dos 11 pedidos. A equipe alega que a via escolhida pela campanha é inadequada.
Ministro Kassio Nunes Marques — Foto: Luiz Roberto/TSE
A defesa de Flávio Bolsonaro (PL) fez um novo pedido direto ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, solicitando que obrigue a Meta a explicar por que o WhatsApp “não identificou sinais de comportamento coordenado” no canal “Exército do Lula”. A campanha já havia acionado o magistrado a respeito do tema na semana passada, o que levou a uma batalha de liminares dentro da Corte.
O caso do canal “Exército do Lula” já é analisado pelo corregedor-eleitoral do tribunal, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva. A campanha de Flávio entrou com uma ação de investigação judicial eleitoral em 7 de outubro alegando uso indevido de comunicação social. Alguns dias depois, fez um pedido direto à Presidência solicitando a suspensão da comunidade por suposta disseminação de notícias falsas, que foi atendido.
Cueva chegou a derrubar a decisão de Nunes Marques, mas o presidente deu liminares sobrepondo-se ao corregedor duas vezes.
Em resposta ao novo pedido, a coligação “Brasil Pronto pra Mais”, de Lula (PT), apresentou manifestação pedindo o indeferimento integral dos onze pedidos.
A equipe argumenta que a via do pedido é inadequada. Para os advogados, a petição pretende, na prática, instruir por outro caminho uma ação de investigação judicial eleitoral já existente sobre o assunto. Segundo a manifestação, o corregedor deu prazo ao autor para esclarecer pedidos e juntar prova digital, e o requerente não teria respondido desde então.
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