Cid Gomes (PSB) e Luizianne (Rede) são eleitos senadores pelo Ceará

Mas Júnior é alvo de investigações da Polícia Federal, que o cita como uma pessoa "central" em esquema de desvio de recursos de emendas parlamentares, compra de votos e manipulação de eleições em 51 cidades no Ceará. Ele nega as acusações, mas seu nome foi duramente criticado.
Com a repercussão da operação, Cid foi pressionado a voltar a ser candidato. Diante do racha da família, o PT também entendia ele ajudaria a derrotar Ciro Gomes na disputa pelo governo do estado.
Ele aceitou, mas colocou Mano como primeiro suplente da chapa e Júlio Ventura (PSB) como segundo suplente.
Cid tem 63 anos, é casado e formado em engenharia civil. Natural de Sobral, começou sua carreira política como deputado estadual em 1990 e 1994. Foi prefeito de Sobral por duas vezes (1997-2004) e governador do Ceará em 2006 e 2010. Em 2018, conseguiu sua primeira eleição para o Senado.
Vitória de ex-petista
Luizianne Lins era do PT até o começo do ano e pleiteava disputar o Senado pelo partido em que militou a vida inteira. Mas, vendo que não iria ser indicada, decidiu ir para o Rede. No fim, ela conseguiu a coligação com a chapa petista.
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