Flávio: Lula não entregou picanha e não vai entregar ônibus de graça

"A gente vai começar a cumprir nossas promessas de campanha, se Deus quiser, antes até de sentar na cadeira de presidente da República. Eu estou falando de redução da maioridade penal, que a gente vai conseguir aprovar", disse.
Ao mencionar a proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, enviada pelo governo e em tramitação no Senado, o candidato do PL afirmou que a intenção da gestão petista era retirar atribuições dos Estados sobre o tema e classificou o gesto como típico de governos "fascistas".
"Essa PEC da Segurança Pública, o Lula queria, inicialmente, controlar a polícia. Queria tomar o lugar dos Estados na parte da segurança pública e centralizar tudo no governo central deles. Isso é típico de governos ditatoriais, de governos que são fascistas, que são comunistas", afirmou.
O presidenciável também defendeu a emenda ao texto apresentada pelo seu coordenador de campanha e líder da Oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), que sugere reduzir a maioridade penal para 16 anos na maior parte dos crimes e para 14 anos no casos de tráfico de drogas e organização criminosa.
Por sua vez, Nikolas Ferreira ponderou que "ninguém está dizendo que a redução da maioridade penal será uma bala de prata para resolver o problema da segurança pública no Brasil". Segundo o deputado, isso depende de vários fatores, mas classificou a medida como "importantíssima".
Flávio também criticou a emenda apresentada pelo líder do PT no Senado, Camilo Santana (CE), que propõe reduzir a maioridade penal para 16 anos apenas para crimes hediondos. Para o candidato do PL, a medida não alcançaria narcotraficantes.
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