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Saturday, October 24, 2026

Meta diz que “Exército do Lula” não viola políticas da empresa

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A Meta afirmou em relatório técnico divulgado nesta sexta-feira (23) que o canal "Exército do Lula", administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), não viola as políticas de funcionamento da plataforma.

"A análise do Canal à luz das Diretrizes de Canais consta da declaração técnica anexa, que constatou que não há violação das políticas, detalhando as políticas e metodologia para detecção de conteúdo violador. A resposta também endereça os questionamentos sobre preservação de dados; dados disponíveis, encaminhamentos e esclarecimentos sobre inexistência de serviço pago nesta interface", confirmou o relatório.

A análise foi realizada atendendo à ordem do presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), minstro Kassio Nunes Marques, que deu 24 horas para que a empresa prestasse o esclarecimento, a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL).

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O pedido questionava um possível comportamento coordenado, sincronização de atividades, replicação sistemática de conteúdos ou articulação entre contas, canais e plataformas, no Instagram, Facebook e Threads, além de exigir uma explicação dos critérios utilizados para a avaliação.

A Meta esclareceu que considera comportamento coordenado o uso de contas controladas pelos mesmos atores e uso de contas falsas para enganar o público.

Além da análise do canal, as demais redes sociais também foram analisadas e, segundo a Meta, não violam as políticas da empresa nem apresentam indícios de CIB (Comportamento Inautêntico Coordenado).

O documento afiram ainda que "a mobilização de apoiadores é lícita e somente perde proteção quando empregada para fins ilícitos".

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